Somos cultivadores da PAZ, muito bem-vindo(a) a esta cultura!

E D I T O R I A L

ROÇA DE PAZ
2ª EDIÇÃO do Acampamento de Poetas del Mundo.
RELATÓRIO VANDA FERREIRA – DIRETORA DE MEIO AMBIENTE

O projeto "Acampamento de Poetas del Mundo" é inovador e essencial para gerar vantagens ao processo de mudança social e potencializar abrangências à legitimidade das ações em prol da sustentabilidade ambiental.
"Ame a natureza como a ti mesmo" é o slogan da 2ª edição do projeto e foi elaborado com a finalidade de transformar positivamente, tanto no âmbito externo ambiental quanto no interno organizacional de Poetas del Mundo, de seus membros e convidados, passa a propor além dos poetas, também a integração de toda sociedade artística ao contexto da responsabilidade ambiental, somando braços, alertando realidades, propondo mudanças, realizando sonhos.
Roça de Paz foi realizado em janeiro de 2011, em área rural, na sede do Consulado de Poetas del Mundo no entorno rural de Campo Grande, no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, com grande empenho da cônsul Vanda Ferreira, que nos coloca como surgiu e é realizado esse trabalho.
Quando assumi o Consulado no entorno rural de Campo Grande, inspirada no Manifesto Universal de Poetas Del Mundo, apresentei à Embaixadora do Fórum Poetas Del Mundo para o Brasil e atual presidente da Associação Internacional Poetas Del Mundo, Delasnieve Daspet, o projeto Acampamento de Poetas Del Mundo como um programa capaz de propiciar e estender ações variadas para desenvolvimento das atividades da Diretoria de Meio Ambiente da Associação Poetas Del Mundo, assumida por mim.
Devo relatar que o que nos move é o ideal da busca integrada de ações que abranjam todo o contexto artístico e social em prol do crescimento da cultura e da conscientização da necessidade do cuidado com o Meio Ambiente, como fator essencial na conquista da política da PAZ na terra.
Como Diretora de Meio Ambiente em Mato Grosso do Sul, eu sinto a necessidade de que o projeto Acampamento de Poetas Del Mundo seja reapresentado à entidade para analisarmos sua funcionalidade e necessidade de extensão para as próximas edições, pois deixa de ser um programa criado pelo consulado, para ser um braço de uma associação de cunho internacional, que integra 117 países, o que agrega a potencialidade de se tornar um grande empreendimento e uma poderosa ferramenta nas causas ambientais, uma vez que as edições anteriores só podem ser consideradas um ponto de partida para uma representatividade maior pelos Poetas Del Mundo, o que nos determina repensar juntos em um sistema eficaz para garanti-la.
Pode-se observar desde a primeira edição a receptividade da sociedade para compartilhar da idéia de trabalhar as causas ambientais, em ambiente natural – gerando uma empatia maior dado ao notório interesse por parte de produtores de diversos segmentos que participaram de nossas ações para a formação de uma aliança em torno do projeto, somando esforços no seu crescimento.
A harmonia existente mapeou a reciprocidade entre os participantes para adesão a esta iniciativa, já não como membros, mas como ativistas, abraçando a causa, o que foi berço de um sentimento de gratidão por todos estarem juntos em torno da nobre meta de lutarmos pela vida, como seres humanos que lançam semente de paz, de esperança, de boa vontade para a continuidade de vida de qualidade, com uma integração responsável ambiental e humana, no planeta Terra.

Vanda Ferreira
Cônsul entorno rural de Campo Grande/MS/BR




3ª edição do Acampamento

3ª edição do Acampamento
Clique na imagem, te espero lá

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Concorrência

Concorrência: Concorrência


Descrevo aqui adjuntos, verbos e pronomes à concorrência.

Estou marcando os pontos no bingo da melhor idade.

Sambo 3 vezes por dia e suo quando necessário.

Trabalho como autônoma e sobrevivo às crises inaugurando algo inédito.

As lágrimas que choro, já sustentaram a alma de alguma Nossa? Senhora!

Depressão é caso de geografia.

Os amores serão sempre abstratos...

Mas seguindo o rumo do trajeto

Navego no mar revolto das descobertas...

Nada seria sem a bateria da Escola do Salgueiro,

E nós, da criatividade da Unidos da Tijuca

Ou os Boêmios tradicionais sambistas de Vila Isabel,

Agradecemos o reconhecimento do fato,

Somos os melhores no Carnaval 2012.

Ufa!

A Tijuca tem algo de muito bom.

Diana Balis, Tijuca, Rio de Janeiro, 23/02/2012.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Folião

Folião: Folião

O corpo escorregadio nas vestes celestes.
O carnaval homenageia o amor
Os sentimentos refrigeram a alma do artista.
O amanhecer do vapor na paixão,
A esperança é corredeira na via do apego.
Vejo o nego a bateria vibrar.
O carnaval furioso aquece meu lar.
Diana Balis, Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 2012.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Criatividade (Crítica social)

Criatividade (Crítica social): Criatividade

Criatividade

Criatividade é ler as propostas dos Ministérios e verificarmos que sempre faltam papéis a serem preenchidos e que nunca estarão disponibilizados no sistema...

Só os conhecem, aqueles que já estão no poder.

É parar de perder tempo com prêmios em cartas marcadas...

E parar de jogar na Loteria Federal porque nunca se conhecesse o cpf da figura milionária que ninguém sabe se existe.

É parar de acreditar em empréstimos bancários com juros exorbitantes e de colocar os míseros dindins nos bancos.

É olhar os empréstimos sociais com certa desconfiança, devido a retirarem o único bem do trabalhador na aposentadoria, que é a utilização de seu próprio fundo de garantia.

Os próprios bancos que os guardam, incentivam já as empreiteiras ou grandes conglomerados a continuarem tendo subsídios para ficarem cada vez mais milionárias com as construções de casas populares

E a compra de uma casa, ao trabalhador já deveria vir como garantia do próprio Governo na exigência de uma vida com dignidade e saúde,

Trabalhador isso é o mínimo!!.

Vejam a situação dos trens da supervia!!! Isso é um acinte!!

É parar de ir ao banco, porque nesse país só os honestos é que pagam dívidas.

É desacreditar na Justiça porque ela nunca foi justa com o não contribuinte e pobre.

O pobre, que mora longe de seu trabalho, também quer ter bens, já passou anos pagando carnes ou mesmo endividado com agiotas e vejam, comparem: - O salário com o dos Senadores, Juízes e Deputados??? - Estes sempre aumentam seus salários!! Anualmente. E nós? Temos o direito de fazer greve?

Somos chamados de arruaceiros, baderneiros?? (isso me lembra a ditadura).

Criatividade é criar filhos sendo mãe solteira, sem pensão ou mesmo auxílio família com valores insólitos, ou sem salário fixo e sem ajuda de custo, ou do governo como moradia ou auxílio saúde e existir ao conviver e ser alegre porque vivo.

E ainda conseguir hoje ser classificado na tal Economia Criativa...

É o Governo descobriu o ouro do trabalhador, este apenas trabalha e só pensa nisso, em sobreviver.

É verificar que os projetos sociais auxiliam na dependência ao Governo e não cria autonomia para aprenderem a pescar, a pensar, só querem votos??

Ser criativo é perceber que o Governo quer agora tirar tributos de quem sempre viveu a margem de todas as categorias, como tirar do lixo sua existência e sobrevivência.

Ser criativo não é coisa de Europeu. É ser Brasileiro, onde a sua vida sempre foi classificada como inexistente, ter uma vida toda vivendo ao lado, e nunca ser visto, ouvido em seu mundo calado e mesmo assim persistiu.

É continuar tentando mesmo agora competindo com a “Comlurb” em seus projetos integrados as grandes Empresas, que negam a função dos Catadores de lixo, ou diminuem seus ganhos, com economia na reciclagem, tirando vantagem em cima do próprio catador de lixo. (sabem que diminuiu o pagamento pelos preços da latinha??)

E durante anos nunca pensaram ou fizeram programas de incentivos fiscais ou sociais reais como moradia, saúde e fora o que já tiraram dos aposentados...

Ser criativo é olhar o novo com muiiiita realidade

E cair de pau em cima do que nunca foi claro, nunca foi justo e nunca mudaram nesses anos todos de Governos.

Moradia é direito, saúde é direito e dever dos Governos.

Ser criativo é ser sobrevivente sem direitos.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2012.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Cantar ao horizonte

Cantar ao horizonte: Cantar ao horizonte

Vou olhar o novo amanhecer

Cantarei com saudável saudade

O sol brilhou

Junto com ele

Sou o infinito de meu ser

Sou manhã

Sou clareira na fina areia

Sou ser mortal

E sem ponto

No final

Alinhavarei o pé

Com a minha pequena liberdade.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 12.

Movimento: “Cuidem dos trens da Central do Brasil, Isso o que acontece é um acinte!!!”

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Companheiro Atrelado Amor

Companheiro Atrelado Amor: Companheiro Atrelado Amor

O sol no horizonte trazia a lembrança esquecida...

As mãos dadas caminhavam lado a lado.

O sono era coberto de abraços.

Pernas entre conchas e sempre ao seu lado.

O sorriso e um desejo de bom dia no amanhecer cativante.

O amor estava bem ao lado.

Construía contigo sonhos de um novo fim de dia.

Ouvia os pios dos pássaros e cantava junto as aves silvestres...

Um mar atordoante no fundo invadia a alma na alegria de viver.

O tempo era repleto de desafios e conquistas em cada nascer do dia.

Vivi com você companheiro, um sonho atrelado repleto de amor.

Diana Balis


Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 2012.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Essa Antologia 7 Pecados, lançada em Barcelos, em Portugal é nossa!
São145 poetas de vários países.
Escrevam nas 7 virtudes www.7virtudes.blogtok.com
Vamos continuar o projeto.
Abraços
Diana Balis

A Antologia dos 7pecados.blogtok.com chegou no Rio de Janeiro UFA!!!

A Antologia dos 7pecados.blogtok.com chegou no Rio de Janeiro UFA!!!
Essa é a vida que vivo, vamos ao ano de 2012? Que Deus ilumine nossa trajetória.
Agradeço a todos os amigos que viajaram comigo nesse livro
Agradeço!
Bjs
Gisele S Lemos

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

MATAMENTO

MATAMENTO




Beira as estradas cemitério de árvores, terra de olhos assustados, aberta sepultura coletiva, solidão da montanha em cacos de pedras, secas lágrimas da silenciosa e torrencial chuva de dor desprezada..

Beiram as estradas muitas tristes histórias de Sonhos abortados; devassadas rasas covas expoem ao léo raizes decepadas, destinos esmagados, penas e ossos dos bichos de esperança açoitada.

Li em linhas retas sobre destinos cortados ao talo, saqueados brotos, estrelas que não reluziram impedidas pelo desmatamento processo para construção de "faixa de domínio" do homem e seus animais de ferro.

Margem de estrada compartilha marginalidade humana. Divide vida em quilomético tapete feito de mortes em série.

Desmatamento é matança. Faixa de domínio é sequela florestal.

Será reversível?

Vanda Ferreira

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Poeira da paixão

Poeira da paixão

Poeira da paixão

Samba vivendo o amor

Cambaleia nos braços

É no espaço apertado sem dor

Que desce do Morro e sobe a ladeira

É o desapego ardor

Pés roliçam pernas

E entre esquecidas cicatrizes

O amor é marca insistente

Viva o samba canção.

Diana Balis em homenagem ao cantor de Samba, Renato da Rocinha.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Habilitem o amor

Habilitem o amor:Habilitem o amor

Revirem os conteúdos

Examinem as perspectivas

Detonem os explosivos impulsos

E na ganância...

Corrijam os sentimentos

Observem todos os detalhes.

Presenteiem com olhares e sabores.

E nos momentos descendentes...

Todos os amores do mundo,

Estarão ao meu lado.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 2012.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O Pão e Poesia em Mato Grosso do Sul


O Pão e Poesia em Mato Grosso do Sul                        


Em agosto ultimo   propusemos ao Presidente do Grupo de Supermercados Comper, em  Mato Grosso do Sul  uma idéia que eu acho excelente: O Pão e Poesia.
A idéia que não é minha mas sim,  originária de Diovani Mendonça, poeta  de Contagem-MG e que circula pelo Brasil, sempre com aprovação de todos.
Já foi realizada em  varias cidades do Brasil – e que eu me lembre, inclusive em Blumenau – onde tomei conhecimento do projeto. Foi realizado naquela cidade pela Fundação de Cultura http://www.blumenau.sc.gov.br/gxpsites/hgxpp001.aspx?1,20,28,O,P,0,PAG;CONC;26;1;D;6981;1;PAG;
Acho que comentei a idéia no grupo e o  Dely de Souza ele me disse que o projeto originário fora do Diovani Mendonça.

Na proposta que apresentamos a empresa em questão figura o nome do autor do projeto – como se  vê abaixo:

Sr. Luiz Humberto


Oferecemos ao empresário, e, em seu nome aos sul-mato-grossenses, em especial aos campo-grandenses, uma receita que já circula pelo Brasil,  idéia inicial do poeta mineiro Diovani Mendonça, que consiste numa saudável dieta à base de pão e de poesia.

Procuramos adequar a idéia do poeta Diovani Mendonça de acordo com o que pretendíamos e da idéia inicial ficaram estampados os poemas nos sacos para pão.
No nosso caso – sacolas de plástico.

A partir de agora teremos  realização mensal de um sarau nas dependências do supermercado aberto aos poetas de Mato Grosso do Sul e aos que por aqui estiverem de passagem. Fomos atrás de novas formas de agir e de cumprir o sonho do criador dentro dos parâmetros propostos, bem como, a cada três meses trocarmos os poemas e os poetas.

Financeiramente falando,    ninguém ganha nada com isso, o poeta –  nada ganha, pois abre mão dos seus direitos autorais, quem ganha – na minha ótica é a população que passa a conhecer os seus escritores.

E nada foi usado indevidamente – já que tudo foi nominado.
Hoje foi o lançamento – foi excelente participaram vários poetas – Ariadne Cantu,  Aida Domingos, Nena Sarti, Nelson Vieira, Vanda Ferreira, e imprensa escrita e editoras.
Um público ótimo, de gente que vem e que vai, já que estávamos num supermercado.
Na abertura, tomei da palavra, e falei do projeto originário  de Diovani Mendonça, de quem já falara na proposição da idéia.
Que bom que belas idéias podem ser copiadas e/ou aprimoradas – desde que se diga de onde surgiram. Como, alias, fizemos.
Tenho como parceira nesse empreendedorismo a poeta Ariadne Cantu – a quem agradeço.
Agradeço, também, ao Grupo Comper que aceitou sonhar o sonho de Diovane  e os nossos.
É isso!
Sucesso a todos!

Delasnieve Daspet
Poeta.

Calada pelo frio que me toca à noite

Calada pelo frio que me toca à noite:

Calada pelo frio que me toca à noite

Mulheres suscetíveis aos conflitos

Sintonia com os corpos alheios

Vestem as imagens de prosas diversas

Nobreza e bruxaria

Como abandonar o navio que afunda?

Os mares nem eram revoltos?

Os desejos são de prazer...

A vida repleta de fluências e confluências.

Mas o homem que dispersa as ventanias,

Acorda o renascer com ruins reportagens.

Sentir a tristeza da madrugada

E acordar atada pela fluidez do amor.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2012.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PÃO E POESIA

Estou encantada com o projeto e maravilhada com a atitude de Diovane Mendonça que lançou olhar a este projeto e o realizou em MG. Quero parabenizar Diovane Mendonça, graças ao seu ativismo espelhou-se o belíssimo projeto que nasceu em Blumenau/SC. Isto aí gente, agimos local com reverberação global.







Embalagem adotada em MG por DIOVANE MENDONÇA
Mais um espaço para a poesia se abre em Mato Grosso do Sul.


.

LOCAL: Comper Jardim dos Estados

ENDEREÇO: AV MATO GROSSO ESQUINA COM A AV. CEARÁ

DIA: 19 JANEIRO DE 2012

HORÁRIO: às 18h

.



“O ser humano tem duas grandes fomes – a de pão e da beleza, uma saciável outra infindável” – já dizia o contista cubano Jorge Onélio.



Precisamos de comida, diversão e artes, afirmavam os Titãs em 1987, ou seja, o individuo precisa sustentar o corpo com o pão e a alma com a poesia para fazer o equilíbrio.



E, é exatamente isso que a poeta Delasnieve Daspet propôs - PÃO E POESIA – em qualquer esquina, em qualquer padaria, com a apropriação da embalagem utilizada por padarias para divulgar a arte poética ao público, vinculando à necessidade de atender “a fome de pão” dos consumidores o prazer destes em poderem saciar “a fome de beleza”, a partir do alimento poético, e, a sua idéia e o seu projeto foram encampados pela Direitoria da empresa COMPER -

Comercial Pereira Ltda, sensíveis a divulgação da cultura.

.



Começar o dia com poesia.

Versos entre o café e o pão,

Versos envolvendo o pão.

Manhãs de descoberta e sonho,

De alimento e fantasia.

Pão e poesia.

.



Delasnieve pretendeu e pretende abrir espaço para nossa poesia e despertar nas pessoas o gosto pela leitura e o interesse pela arte poética, ampliando o acesso do público a ela.



Trata-se de estampar os seus poemas e da permuta dos seus direitos autorais pela divulgação de seus trabalhos no saco de pão que as famílias levam toda manhã para suas casas.



Neste primeiro momento Delasnieve Daspet se faz acompanhar da poeta Ariadne Cantú.



Tomar o café da manhã lendo poesias é a sua proposta.



Delasnieve sonha em levar as embalagens em exposições itinerante “Pão e Poesia na Escola”, podendo ser oferecidas aos colégios interessados e/ou ampliadas em banners a título de mostra cultural.



Delasnieve Daspet almeja em contribuir para criar o hábito de leitura. Além disso, é a poesia é um importante formador social que deve chegar, principalmente, àqueles que não tem oportunidade de acesso.

E qual é a forma mais democrática de acesso a não ser via o saco de pão?

Todos compram pão.

Todos!





Delasnieve Miranda Daspet de Souza

- Poeta, Essencialmente -

Presidente da Associação Internacional Poetas del Mundo

Universal Peace Embassy - Universal Ambassador Peace Circle – Geneve – Suisse Paris - France.

+55 067 9911.1959

domingo, 15 de janeiro de 2012

Vento de lá

Vento de lá:


As saudades mesclam as mechas dos cabelos brancos na poeira.

E de lá, tão longe, penso nos olhares molhados, no coração apertado, estufado simulacro da paixão.

Como saber a distância ao certo, tudo está tão perto?

O olho aberto no entardecer vê o peso da viagem.

Vou ao deserto visitar por certo, o moço selvagem.

Ir à praia e abandonar-me desnuda em sedentas ondas revoltas.

Caminhar descalça e entrar pela Estrada Real, cavar terras,

Enrolar-me na lama,

Infiltrar-me em túneis e cavernas,

Ficar sentada vivendo a vida a mirar-me.

Refletora, incendiada,

Sentindo saudades de lá!

Diana Balis, Trancoso, 1986.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Respira 2012

Respira 2012

Expira 2011

Age Fé

Haja Fé

Ache Fé.

Inspira 2012

Haja Fé

Ache Fé

Age Fé.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 2011.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Artes Integradas em Janeiro de 2012 nas férias das Crianças

Artes Integradas em Janeiro de 2012 nas férias das Crianças

Natal


Natal

Quero refletir ao invés de
Repetir frases das quais cansei de ouvir
Durante o ano.
Quero a mansidão das palavras e o coração de Cristo,
Para viver uma nova fase e
Inovar meus conteúdos.
Quero nas faces cultas e ocultas,
Vida que transpõe o ser inteligível e tangente,
Do qual pulsa e vibra
No toque de cada descoberta.
Quero entender que
A cada fase vivida,
Descubro que ainda posso mais e mais.
Refletir é repensar, portanto realizar.
Sem falsas promessas,
Refletir é estar em comunhão,
Olhar para os olhos de Deus.
Pensar que não estou só,
Mas que durante o decorrer
Da vida minha fé abalada,
Seja fortalecida em resposta d’Ele.
Quero um mundo suave e forte
Para que possamos mudar
Conscientemente nossa trajetória.
Natal não é só ceia a meia noite e nem
‘Papais Noel’
Quero ainda entender todas as frases repetidas
Que li e as releio todos os anos passados.


Paola Vannucci
27/12/2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Haiku 66 (Poesia Japonesa)

Haiku 66 (Poesia Japonesa)
KOBAYASHI ISSA

(1763-1826)

El mundo es rocío,

el mundo lo es,

pero...



(traduccion Ricardo de la Fuente y Yutaka KAwamoto)

sábado, 17 de dezembro de 2011

Nestas horas


Nestas horas

Nos expressamos como devemos
Sem medo, nem restrições,
Apenas nestas horas.
Marcamos linhas vazias
Com palavras verdadeiras,
Nestas horas.
As palavras exprimem os rumores devidos
E observados a apenas
Que quer me ler,
Apenas nesta hora.
Não traduzo o que senti,
Ao ler o que li.
Lamento tantas perdas,
Que se vão sem nem me dizerem um ‘Até logo’,
Não sei se estou feliz,
Meu pensar chora
A cada minuto que leio o jornal.
Percebo que mais uma estrela chegara ao céu.
Leio e me arrepio,
Soltando gotas de lágrimas,
Nestas divinas horas.

Paola Vannucci
17/12/2011

Em memória Cesária Évora, Sérgio Brito e Joãozinho Trinta.

Portal e Revista Barra Legal

Portal e Revista Barra Legal

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

As Renas de Papai Noel (Conto de Natal)

As Renas de Papai Noel (Conto de Natal)

As Renas de Papai Noel
Conta-se que certa vez, no dia das Bruxas, que a Bruxa Catavento cansada das festas Natalinas, resolveu prender o Papai Noel numa armadilha em sua cabana no meio da floresta.
Com a proximidade do Natal e como Papai Noel havia sumido e ninguém sabia onde encontrá-lo, as Renas de Papai Noel resolveram procurá-lo de maneira incansável. Elas iriam dar voltas ao Mundo todo até achá-lo para o dia de Natal que já se aproximava.
As Crianças não poderiam ficar sem ele no Natal.
Procuravam nas praias cariocas e foram ao Cristo Redentor.
Depois voaram para as montanhas de Minas Gerais onde beberam um bom café. E na Bahia comeram acarajé e conversaram com os búfalos.
No frio da Argentina dançaram tango. E no Mar do Uruguai viram as focas marinhas, e no Chile subiam e desciam montanhas.
Para depois atravessarem o oceano e voarem pelo deserto do Saara. Vistoriaram todo o continente Africano e depois a China. Foram a Austrália e ao Japão. Pediram ajuda a todos os bichos e pessoas e com a utilização de novas tecnologias como o computador, pediram ajuda aos internautas. Mas nada de Papai Noel aparecer ou alguma pista de onde poderiam encontrá-lo.
Estiveram sobrevoando a Itália e comeram pizza.
Foram a Portugal e a Espanha. Na Noruega, Dinamarca e França. E ficaram meditando lá de cima da Torre Eifel, porque estiveram na Índia e aprenderam a ter calma e a meditar.
Mas o tempo corria. E já se aproximava o Natal. E nada de encontrarem o Papai Noel. Estavam tristes por jamais imaginarem um Natal sem a sua presença.
As Cidades esperavam sua visita e todas iluminadas, o que simbolizava a esperança.
Um dia as Renas de Papai Noel ficaram sabendo por um email recebido pela Bruxa Boa, que ele teria sido capturado pela Bruxa Cata-ventos que detestava o Natal. Então elas partiram imediatamente em disparada para a Floresta Gelada de Krainacoitian.
Era lá nas Montanhas distantes que ela morava.
E viram numa penumbra terrestre os vestígios da Luz azul avermelhada, e era este o local. Só poderia ser a casa da Bruxa Catavento Má com a sua magia contagiante.
Combinaram que bateriam em diversos lugares:
Nas duas portas, nas quatro janelas e em momentos diferentes.
Esse era o plano.
A Bruxa era uma só, e assim, ficaria atordoadas com tantas batidas de cascos ao mesmo tempo, em portas e janelas, as seis Renas já sabiam que ela não gostava de muito barulho.
E a Bruxa Catavento ouviu baterem à porta perguntou:
_ Quem está ai? Não vou abrir a porta!
_ Quem está ai? Não vou abrir a janela!
E as seis Renas batiam sem parar, na porta, na janela, na outra porta, na outra janela, com seus cascos duros fazendo muito barulho, até ficar insuportável até mesmo para uma Bruxa má!
E a Bruxa Catavento abriu a porta e já foi correndo abrir a janela da esquerda, porque já tinham barulhos de cascos de Rena por lá! E depois a janela da direita, as Renas eram ágeis e incansáveis, batiam seus cascos sem parar!
E assim uma Rena, vestindo o manto invisível de Papai Noel, enquanto a Bruxa abria as janelas, libertou o Papai Noel do porão encantado.
E quando a Bruxa percebeu, já estava ali sozinha, com todas as suas portas e janelas abertas. De onde saíram: a Tartaruga, o Corvo, o Morcego, os Marimbondos, as Cobras, os Sapos e todos os bichos também fugiram. Porque queriam neste ano, também comemorar o Natal.
E a Bruxa Catavento ficou ali olhando o silêncio da casa solitária em que vivia.
Papai Noel feliz e junto com as suas Renas, saiu gritando hohohoho!!
E foram comemorar mais um Natal alegre, com a festa da esperança e alegria para todos os seres do mundo.
_E a Bruxa?
Ela descobriu que Papai Noel, mesmo ficando preso e triste, deixou para ela um presente de Natal encantado. E quando ela abriu o pacote, encontrou pela primeira vez a felicidade que jamais tinha vivido. Por descobrir o significado do Natal. Ao receber um presente com o amor de Papai Noel, a Bruxa Catavento finalmente descobriu que o Natal significa: _ Amor e esperança pela vida e por todos os seres do planeta.
Fim
Gisele Santana, Rio de Janeiro, 6 de dezembro de 2011.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Uma segunda chance

Uma segunda chance

Caminhando lado a lado com o destino, aturdida entre esquinas desconhecidas, percebo uma imagem reconhecida.

O bairro chama-se Botafogo.

As gotas de trigo num chope gelado, e vizinhos alados nas mesas ao lado.

Os transeuntes serenos atentos a minha espera.

Passados os anos, o mesmo time, um trabalho e novas mudanças de vida.

Tudo reviravolta no Rio de Janeiro.

Abriram espaços nas calçadas e aos pedestres que caminham... Em novas cores.

A arquitetura nem é tão inovadora apesar das obras.

As luzes do Cristo mudaram.

Ele abre seus braços a Guanabara.

A Morena desistiu do Augusto, mas Casimiro nem faz mais perguntas.

Uma nova clareira estende-se nas chances diversas.

O resgate fatiga a temperança.

E os sabiás na tarde rósea já se calaram.

Diana Balis, em dias de prosa. Rio de Janeiro, 25 de novembro de 2011.

sábado, 19 de novembro de 2011

Boemia

Boemia


Laços fartos e abraços

Quentes sorrisos nas mãos

Bairros e pensamentos atados

O carioca festeja a união

Vence o povo em alegorias

Parece carnaval, é Natal!

Os Puris nas ruas do Rio

Dançam e comemoram a boemia.

A sexta-feira é vibrante,

Ritmos, poesias e corpos que flutuam

Em noite estrelada e circense.

Diana Balis, Encantamento, Rio de Janeiro, Lapa, 18 de novembro de 11.

Boemia

Lazos abrazos llenos de

Una cálida sonrisa en las manos

Barrios y pensamientos ligados

Río de Janeiro celebra la unión

Ganarse a la gente en la alegoría

Carnaval parece, es Navidad!

El Puris en las calles de Río

Bailar y celebrar la bohemia.

El viernes es vibrante,

Ritmos, poemas y cuerpos flotantes

En la noche estrellada y el circo.

Diana Balis, encantamiento, Río de Janeiro, Lapa, 18 de noviembre 11.

Boemia

Boemia

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Currents

Currents:

currents
Chains and snakes
Snakes and lenses
Future towers to the sky
Man surfing aimlessly
Rain and snow
In the sun of tomorrow
In flowing water

Diana Balis

sábado, 12 de novembro de 2011

Olhar inverso

Olhar inverso

No calar do universo olhar

Ao diferir o tempo soletrado

O caminho percorrido é curto.

Em respiração ofegante de transpiro,

O amor vagueia as estrelas cadentes.

Ao lançar ruídos no espaçoso mar

Fluirá em ondas da energia etérea.

No inverso alado do amar

Respingo o rarefeito desejo.

Poesia a Bordo dia 30/11 Homenagem aos Poetas de Niterói na Tijuca

Poesia a Bordo dia 30/11 Homenagem aos Poetas de Niterói na Tijuca

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Sailing

Sailing Ships

Sailing ships

The sea is considering

The wind inhabits

The sun shines

Life is relaxed

Forgotten in time

Love is the horizon

Diana Balis, Rio de Janeiro, 8 de novembro de 2011.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Jogo Biologia do Amor?! Está a venda para Psicólogos e Professores de Biologia e profissionais de Educação

Jogo Biologia do Amor?! Está a venda para Psicólogos e Professores de Biologia e profissionais de Educação

Cavalgada manhã

Cavalgada manhã

Córregos suspensos

Areias escaldantes

Acordes perenes

Na calada manhã.

Viagens de corpos

Balbuciam estrelas

Navegam em ribeiras

Na cavalgada manhã.

Rostos sombreados

Afetos escaldados

Revolvem as relvas

Na cansada manhã.

Roupagem de campos

Coram a Estrada Real

Em horizonte boreal

Na capturada manhã.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 7 de novembro de 2011.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

AssociaçãoInternacionalPoetasdelMundo: DIVULGANDO - 04.11.11

AssociaçãoInternacionalPoetasdelMundo: DIVULGANDO - 04.11.11: Só há espetáculo quando há platéia. Aldo Novak Há dias em que a você pensa: por que aquela pessoa se comporta daquele jeito comigo? Por...

Anjo Bom

Em celestial acorde

Balançam as tranças

Na ardente paixão.

O calor dos olhares é horizonte

A nascente vai navegando a espera

O espaço é o ritmo do amor.

Cambaleando nos braços,

Dança comigo ao ardor.

Diana Balis, Rio de janeiro, 4 de novembro de 2011.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Tatuagem

Tatuagem

Tatuagem

Imagens, cores, sabores no tempo.

Dores

Histórias, cantigas de lugar.

Agulhas

Marcas, cicatrizes, perenes.

Pontos

Bichos, símbolos, cultura.

Mudanças

Arte, temporal e viva.

Rituais

Tattoo, tatau, tattow.

Símbolos sociais.

Diana Balis, -----, Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2011.