Demorado olhar de cobiça
ronda serpente feita de chuva.
Enxurrada de prazeres.
Páginas
Somos cultivadores da PAZ, muito bem-vindo(a) a esta cultura!
E D I T O R I A L
ROÇA DE PAZ
2ª EDIÇÃO do Acampamento de Poetas del Mundo.
RELATÓRIO VANDA FERREIRA – DIRETORA DE MEIO AMBIENTE
O projeto "Acampamento de Poetas del Mundo" é inovador e essencial para gerar vantagens ao processo de mudança social e potencializar abrangências à legitimidade das ações em prol da sustentabilidade ambiental.
"Ame a natureza como a ti mesmo" é o slogan da 2ª edição do projeto e foi elaborado com a finalidade de transformar positivamente, tanto no âmbito externo ambiental quanto no interno organizacional de Poetas del Mundo, de seus membros e convidados, passa a propor além dos poetas, também a integração de toda sociedade artística ao contexto da responsabilidade ambiental, somando braços, alertando realidades, propondo mudanças, realizando sonhos.
Roça de Paz foi realizado em janeiro de 2011, em área rural, na sede do Consulado de Poetas del Mundo no entorno rural de Campo Grande, no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, com grande empenho da cônsul Vanda Ferreira, que nos coloca como surgiu e é realizado esse trabalho.
Quando assumi o Consulado no entorno rural de Campo Grande, inspirada no Manifesto Universal de Poetas Del Mundo, apresentei à Embaixadora do Fórum Poetas Del Mundo para o Brasil e atual presidente da Associação Internacional Poetas Del Mundo, Delasnieve Daspet, o projeto Acampamento de Poetas Del Mundo como um programa capaz de propiciar e estender ações variadas para desenvolvimento das atividades da Diretoria de Meio Ambiente da Associação Poetas Del Mundo, assumida por mim.
Devo relatar que o que nos move é o ideal da busca integrada de ações que abranjam todo o contexto artístico e social em prol do crescimento da cultura e da conscientização da necessidade do cuidado com o Meio Ambiente, como fator essencial na conquista da política da PAZ na terra.
Como Diretora de Meio Ambiente em Mato Grosso do Sul, eu sinto a necessidade de que o projeto Acampamento de Poetas Del Mundo seja reapresentado à entidade para analisarmos sua funcionalidade e necessidade de extensão para as próximas edições, pois deixa de ser um programa criado pelo consulado, para ser um braço de uma associação de cunho internacional, que integra 117 países, o que agrega a potencialidade de se tornar um grande empreendimento e uma poderosa ferramenta nas causas ambientais, uma vez que as edições anteriores só podem ser consideradas um ponto de partida para uma representatividade maior pelos Poetas Del Mundo, o que nos determina repensar juntos em um sistema eficaz para garanti-la.
Pode-se observar desde a primeira edição a receptividade da sociedade para compartilhar da idéia de trabalhar as causas ambientais, em ambiente natural – gerando uma empatia maior dado ao notório interesse por parte de produtores de diversos segmentos que participaram de nossas ações para a formação de uma aliança em torno do projeto, somando esforços no seu crescimento.
A harmonia existente mapeou a reciprocidade entre os participantes para adesão a esta iniciativa, já não como membros, mas como ativistas, abraçando a causa, o que foi berço de um sentimento de gratidão por todos estarem juntos em torno da nobre meta de lutarmos pela vida, como seres humanos que lançam semente de paz, de esperança, de boa vontade para a continuidade de vida de qualidade, com uma integração responsável ambiental e humana, no planeta Terra.
Vanda Ferreira
Cônsul entorno rural de Campo Grande/MS/BR
2ª EDIÇÃO do Acampamento de Poetas del Mundo.
RELATÓRIO VANDA FERREIRA – DIRETORA DE MEIO AMBIENTE
O projeto "Acampamento de Poetas del Mundo" é inovador e essencial para gerar vantagens ao processo de mudança social e potencializar abrangências à legitimidade das ações em prol da sustentabilidade ambiental.
"Ame a natureza como a ti mesmo" é o slogan da 2ª edição do projeto e foi elaborado com a finalidade de transformar positivamente, tanto no âmbito externo ambiental quanto no interno organizacional de Poetas del Mundo, de seus membros e convidados, passa a propor além dos poetas, também a integração de toda sociedade artística ao contexto da responsabilidade ambiental, somando braços, alertando realidades, propondo mudanças, realizando sonhos.
Roça de Paz foi realizado em janeiro de 2011, em área rural, na sede do Consulado de Poetas del Mundo no entorno rural de Campo Grande, no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, com grande empenho da cônsul Vanda Ferreira, que nos coloca como surgiu e é realizado esse trabalho.
Quando assumi o Consulado no entorno rural de Campo Grande, inspirada no Manifesto Universal de Poetas Del Mundo, apresentei à Embaixadora do Fórum Poetas Del Mundo para o Brasil e atual presidente da Associação Internacional Poetas Del Mundo, Delasnieve Daspet, o projeto Acampamento de Poetas Del Mundo como um programa capaz de propiciar e estender ações variadas para desenvolvimento das atividades da Diretoria de Meio Ambiente da Associação Poetas Del Mundo, assumida por mim.
Devo relatar que o que nos move é o ideal da busca integrada de ações que abranjam todo o contexto artístico e social em prol do crescimento da cultura e da conscientização da necessidade do cuidado com o Meio Ambiente, como fator essencial na conquista da política da PAZ na terra.
Como Diretora de Meio Ambiente em Mato Grosso do Sul, eu sinto a necessidade de que o projeto Acampamento de Poetas Del Mundo seja reapresentado à entidade para analisarmos sua funcionalidade e necessidade de extensão para as próximas edições, pois deixa de ser um programa criado pelo consulado, para ser um braço de uma associação de cunho internacional, que integra 117 países, o que agrega a potencialidade de se tornar um grande empreendimento e uma poderosa ferramenta nas causas ambientais, uma vez que as edições anteriores só podem ser consideradas um ponto de partida para uma representatividade maior pelos Poetas Del Mundo, o que nos determina repensar juntos em um sistema eficaz para garanti-la.
Pode-se observar desde a primeira edição a receptividade da sociedade para compartilhar da idéia de trabalhar as causas ambientais, em ambiente natural – gerando uma empatia maior dado ao notório interesse por parte de produtores de diversos segmentos que participaram de nossas ações para a formação de uma aliança em torno do projeto, somando esforços no seu crescimento.
A harmonia existente mapeou a reciprocidade entre os participantes para adesão a esta iniciativa, já não como membros, mas como ativistas, abraçando a causa, o que foi berço de um sentimento de gratidão por todos estarem juntos em torno da nobre meta de lutarmos pela vida, como seres humanos que lançam semente de paz, de esperança, de boa vontade para a continuidade de vida de qualidade, com uma integração responsável ambiental e humana, no planeta Terra.
Vanda Ferreira
Cônsul entorno rural de Campo Grande/MS/BR
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Renovação
Indiscriminadas podas,
discriminatórios cortes,
renascem asas;
Sutil poder
harmoniza passividade
desejo se agarra
No refazimento da liberdade.
Renovação,
coisa de unhas, cabelos,
árvores e asas de gente.
Vanda Ferreira
discriminatórios cortes,
renascem asas;
Sutil poder
harmoniza passividade
desejo se agarra
No refazimento da liberdade.
Renovação,
coisa de unhas, cabelos,
árvores e asas de gente.
Vanda Ferreira
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Permacultura
PERMACULTURAPoderiamos definir Permacultura, literalmente, como CULTURA PERMANENTE.Esse conceito foi desenvolvido nos anos 70 por dois australianos: David Holmgren e Bill Mollison, e foi resultado da criação e desenvolvimento de pequenos sistemas produtivos organicamente integrados (a casa, o entorno, as pessoas...) proporcionando responder as necessidades básicas de uma maneira harmoniosa.
Ela se caracteriza por projetos que faz a utilização de métodos ecologicamente saudáveis e economicamente viáveis, que respondam as necessidades básicas sem explorar ou poluir o meio ambiente, que se tornem auto-suficientes a longo prazo.
Entente-se que tanto o habitante quanto a sua morada e também o meio ambiente em que estão inseridos fazem parte de um mesmo e único organismo vivo.
A Permacultura trata as plantas, animais, construções, infra-estruturas (água, energia, comunicações) não apenas como elementos isolados, mas como sendo todos parte de um grande sistema intrinsecamente relacionado.
Para isso, faz-se necessário a observação e a combinação de vários aspectos: os ecossistemas, a sabedoria ancestral e também o conhecimento científico, aproveitando as qualidades inerentes das plantas e animais, combinando suas características naturais com os elementos que compõem a paisagem, e mais a infra-estrutura existentes, para que se possa produzir assim um sistema que suporte o desenvolvimento da vida, tanto na cidade quanto no campo, utilizando-se o mínimo de recursos possíveis.
A Permacultura aproveita todos os recursos disponíveis, e faz uso da maior quantidade de funções possíveis de se aproveitar de cada elemento presente na composição natural do espaço. Mesmo os excedentes e dejetos produzidos por plantas, animais e atividades humanas são utilizados para beneficiar outras partes do sistema.
As plantações são organizadas de modo que se aproveite da melhor maneira possível toda a água e a luz disponíveis. Elas são arranjadas num padrão circular em forma de mandalas, com acesso facilitado por todos os lados. Os pomares são cobertos de leguminosas imitando o ambiente das florestas. Os galinheiros são rotativos, para que as galinhas sejam deslocadas para outro ponto após terem estercado a terra, que será usada para outro fim, enquanto que as galinhas preparam e adubam uma nova área..
O princípio básico da Permacultura é:trabalhar "com" e "a favor de", e não "contra a natureza".
Os sistemas Permaculturais são desenvolvidos para durar tanto quanto seja possível, com o mínimo de intervenção.Os sistemas são tipicamente energisados com a luz do sol, os ventos, e/ou as águas, produzindo energia suficiente para suas próprias necessidades.
Procura-se aproveitar também toda a flora local, associando árvores, ervas, arbustos e plantas rasteiras...que se alimentam e se protegem mutuamente. A água da chuva também é aproveitada através da instalação de captadores, que faz com que a água seja armazenada e utilizada para diversos fins, como a descarga do vaso sanitário, por exemplo.Fonte: IPEMA
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Age, Agora! - Delasnieve Daspet
Age, Agora!
Delasnieve Daspet – 19-10-06
Age, agora!
Tua ação pode ser o raiar as claras da alvorada,
Tua omissão será como o escurecer da
Misteriosa tristeza de uma noite sem estrelas...
Age, agora!
Teu agir será como uma sinfonia dos ventos nordestes,
E não o soluço das brisas sem alento!
Age, agora!
Teu grito de alerta acordará os adormecidos,
Que sentirão o mesmo medo e dirão:
Pobre Terra, Pobre Humano!
Age, agora!
Pois a paz se realiza na caridade,
Ela se firma na bondade,
Ela leva em si a esperança
Que tanto nos falta!
Age, agora!
A indiferença e o desamor matam!
Se tens a Paz,
Não sonhes com o amanhã,
Age, agora!
Delasnieve Daspet – 19-10-06
Age, agora!
Tua ação pode ser o raiar as claras da alvorada,
Tua omissão será como o escurecer da
Misteriosa tristeza de uma noite sem estrelas...
Age, agora!
Teu agir será como uma sinfonia dos ventos nordestes,
E não o soluço das brisas sem alento!
Age, agora!
Teu grito de alerta acordará os adormecidos,
Que sentirão o mesmo medo e dirão:
Pobre Terra, Pobre Humano!
Age, agora!
Pois a paz se realiza na caridade,
Ela se firma na bondade,
Ela leva em si a esperança
Que tanto nos falta!
Age, agora!
A indiferença e o desamor matam!
Se tens a Paz,
Não sonhes com o amanhã,
Age, agora!
VESTIDO VERDE
Ela vestiu-se de verde, para o amado dela
E na ribalta encenou os mais belos poemas de amor!
Derramou versos em clorofila,
cruzou rimas insinuantes e com a alma jubilosa e bela,
Cantou verbenas para o amado dela!
Vestido verde embalante, de reflexo contagiante
Na ribalta, fez esperança na paixão
E com a alma jubilosa e bela, ao som de Ravel na passarela
Despiu-se do vestido verde - para o amado dela!
Sagramor Farias
Ela vestiu-se de verde, para o amado dela
E na ribalta encenou os mais belos poemas de amor!
Derramou versos em clorofila,
cruzou rimas insinuantes e com a alma jubilosa e bela,
Cantou verbenas para o amado dela!
Vestido verde embalante, de reflexo contagiante
Na ribalta, fez esperança na paixão
E com a alma jubilosa e bela, ao som de Ravel na passarela
Despiu-se do vestido verde - para o amado dela!
Sagramor Farias
sábado, 30 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
"A madrugada boceja”...
"A madrugada boceja”...
A noite aprisiona e adormece toda possibilidade.
Que permanece muda, aos fios das horas, atada.
Sons incoerentes gritam nossa maior verdade
Pendem da pesada bruma, que cobre a esplanada.
No previsível invólucro, o arremate da tormenta.
Alonga as asas um sentimento ainda entorpecido
Ensejando o primeiro vôo matutino na brisa lenta
Lança-se no azul, a um endereço desconhecido.
E o punhado de vida, que vagava sem rumo certo.
Permite que a alma nômade ao insólito se lance
Peregrina, ante a visão de um oásis ao seu alcance.
Sobrevive às intempéries e a aridez do deserto
Quando por uma fresta, a luz dissipa a noite calada.
E sob a aragem fresca da brisa, boceja a madrugada.
Glória Salles
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Amar é linha - A calada noite

Um homem que nunca tive, jamais me perderá.
Uma mulher que se entrega de corpo e alma a alguém,
Será sempre perdida dentro de si mesma.
O sofrível é ser amizade sendo espera de amor.
O beijo bem dado fica na mente do desejo e o amor nem vivido acorda intenso e latente.
Dentro do peito o amor chega sempre bem perto.
O coração pode querer, mas a alma sente o vazio do desafeto.
Corações nem mentem, mas o instinto é selvagem e baqueia no voraz desejo de ser só entrega de energia.
Desejo ir além de todas as minhas esperas e viver a vida real que nem possuí.
E no afeto realizado ser um dia feliz.
Eu sem você vivo no limbo da escuridão.
E com você visualizo a força celestial do luar de apelos ao sol.
Num encontro entre montanhas e mar, o clarão de relâmpagos entre peles nuas.
Ao vento e vórtex, córregos e riachos, transcorrem nas veias as correntezas de solos, ao encontro de mares, miragens.
Morrer trezentas vezes e ressuscitar como estrela no céu.
Cometa mais uma vez o pecado de me amar sem propósito.
E eu saberei ser sua calada noite.
Diana Balis para Moreno
Rio de janeiro, 18 de outubro de 2010.
domingo, 17 de outubro de 2010
Praia dos bichos
Garças brancas revoam o silêncio azul;
Enormes dentes jacarezenses tomam vento;
Fluem ecos matutos
ecologicamente corretos.
Rimados versos da natureza
fervilham na fingidez do rio,
esconderijo do útero da terra.
Canções passeiam:
espetacular balé das matas.
Vanda Ferreira
Amar é linha - Poesias por aí;....Revoltas

Amar é linha - Poesias por aí;....Revoltas
Rio, 28 de outubro de 2006
Melhor controle...
É o de possibilidades!
A possibilidade de ficar só, sabendo-se acompanhada!
A possibilidade de sentir que ama
Sem ser amada
A possibilidade de ter o que dar,
Sem receber
A possibilidade de desejar o outro em sonhos
Acordar molhada, gozada e sem lembranças...
A possibilidade de escolher encontros,
E dizer sim ao encontro de si mesma,
Saber optar, mesmo sendo só
Esperar o futuro e viver o presente
Mesmo que diferente da maioria humana
Desejar que o outro, seja realmente livre
E voe, mesmo longe do seu coração apertado
Amar sem expectativas
Amar sem temor
Amar sem controle
Que o outro se dê, deseje, faça amor
Busque ser encontrado
Viver o plenamente,
Eu prefiro a opção da espera
A opção da verdade
A real transparência dos encontros dos corpos selados,
Em movimentos do vem e vai,
Eu não temo a vida
Temo os homens e suas mesquinharias
Eu adoro o sexo e a sensualidade
Eu agarro minha vida com unhas e dentes
Eu sempre lutei pela felicidade
Meu príncipe encantado de hoje,
Virá a ser o mesmo de amanhã
Perdurar na vida como uma ótima lembrança,
Ou nunca ser um descaso
Eternizar-me-ei no inconsciente do homem que me amou
Porque sempre serei inteira e única para este homem
Sem subterfúgios,
Sem medos,
Com entrega de alma e valores
Não temo a verdade
Nem ao descaso
Não temo o desconhecido
Vejo as sensações dos corpos e encontros
A roupagem de subterfúgios da humanidade
Valores, bens, expectativas de encontros por vezes sem significado
Sou inteira na entrega,
Olho no olho, tato, gosto e sabores de amor
Gosto de reconhecer e conhecer o outro plenamente
E desejo companhia no percurso de minha vida
Eu hoje tenho desejos de você aqui comigo
Amanhã poderei achar que você me perdeu
Você poderá algum dia sentir minha falta...
Sou uma pessoa que verdadeiramente,
Soube reconhecer você como uma pessoa diferente da maioria,
Especial, Super-Homem, Rei, Árabe, Poeta, Sedutor e Cigano
Passou por mim e nem me viu
Abusou da minha luz
Precisou da minha eletricidade?
O que importa?
Desejar, amar
E querer o seu bem?
E querer conhecer você verdadeiramente?
E você não querer ser reconhecido?
Você está sempre bem?
Tudo passa!
Tudo muda!
A vida por vezes atropela a própria vida!
Você me disse, sou muitas coisas!
Eu posso nem acreditar em você,
Mas deixei a chave debaixo do tapete!
Eu sei que você é o único homem que eu conheço que não posso telefonar e encontrar quando necessito,
Você nem me deu direito algum!
Mas controle é isso?
Possibilitar ao desconhecido à existência real numa vida real, sendo um sonho, um fantasma, uma expectativa, um lindo encontro de amor!
Desejo a você todo amor do mundo
Você merece enxergar a vida diretamente
Quero seguir o caminho,
Preciso mesmo compartilhar com alguém minha luz!
Quero viver acompanhada
Você já fez suas escolhas
Eu nem fui citada
Nem sei se existo para você
Meus olhos nos seus olhos te acharam suave, desejoso, amoroso, analítico, radical, mas corações e mentes,
Não são para todos os seres vivos
Uns corações,
Outros mentem!
Gisele Diana Bala
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Amar é linha - Espera Matutina
sábado, 9 de outubro de 2010
Um dia de glória. Vanda Ferreira
Não precisa ser dia especial no calendário mensal, nem anual, para vivermos um dia de glória. Não precisa ser dia de aniversário, ou formatura, ou casamento, ou nascimento de um filho, aquisição de um bem, ou a conquista de um sonho.
Um dia de glória, pode acontecer a qualquer dia do ano, em qualquer estação, em qualquer tempo lunar. Pode ser um dia chuvoso, quente, frio ou seco.
Mas afinal o que seria a “glória”? O que aconteceria para eleger um dia qualquer a um dia de glória? E o que significaria em nossa vida, um dia de glória?
Hoje tive um dia de glória!! E sabem por quê? Porque maravilhosamente assisti a participação, a receptividade de muita gente por um mundo de paz.
Testemunhei a provocação da mão estendida em pedição de uma aliança. A ansiedade de um fio de ligação para unir preciosidades e formar um colar de pérolas.
Sempre acreditei que o despertar é um longo processo. Abrir os olhos e ver a luz, sentir cheiro, ou fome ou calor ou frio, ouvir passarinhos ou a chuva caindo, não traz a totalidade, a plenitude do despertar. Despertar tem a ver com a afloração do cérebro e coração, e pode ser, até, independente dos sensores chamados de “cinco sentidos”.
Popularmente, diante da “ignorância” ou ingenuidade de quando não percebemos a “moral” de uma piada, uma explicação ou uma mensagem, o comunicador diz:
- Ei acorda!!!
E quer dizer: perceba!!! É deste despertar que desejo falar. Acordar do torpor e perceber a realidade.
Teria muitos eventos que eu poderia trazer para exemplificar a promoção do despertar. Aquela história que cego não é quem enxerga, mas aquele que se recusa a enxergar, é verdadeira.
Parece-me que o mundo está acometido de cegueira coletiva. Acredito que estejamos com aquela cegueira provocada pela mídia, pelos meios de comunicação, pelos agentes manipuladores dos veículos de comunicação, pelos interlocutores, articuladores de notícias e propagandas, que poderosamente nos converge à exclusiva atenção para um ponto discutido e estabelecido pela minoria.
Sabemos que somos induzidos para olhar para certos alvos, todos apontados por cidadãos, homens e mulheres, que se infiltram profunda e intimamente na sociedade. Somos hipnotizados. Assediados por palavras, imagens, ritmos, modismos, que nos manipulam, convencem, enfeitiçam, e ganham espaços para imperar em todos os aspectos da vida.
No entanto, no anelo das proezas a natureza é sensível. Cuida para ecoar o grito pelo bem. Grito que atravessa oceanos, rochas, desconhecidos caminhos e incalculáveis distâncias. Grito em uma língua universal, cujo dialeto é compreendido em qualquer lugar de qualquer continente. Felizmente há o propósito que se estabelece por força natural.
Sou uma observadora da vida. Quase nada faço. Quase somente observo o mundo, a história da humanidade. E assisto coisas horríveis. Choro dores mundiais. Choro até possibilidades vistas pela probabilidade!
Mas também me emociono e choro de alegria, em especial quando o grito ecoado atravessa a vida sem lesar mortalmente, nenhum dos inúmeros Cristos até que aporte em propícia solução.
Foi o caso dos mineiros “enjaulados” em um particular submundo subterrâneo. Este foi um grito pelo amor. Pelo respeito à vida. O alvo foi a indecência, cujo pecado foi aliviado para um numeroso grupo de seres humanos.
Um numeroso grupo de seres humanos, mundialmente foi despertado. Em todos os continentes houve um despertar para o simples de quando menos é mais.
A prática da ambição será reduzida. A gula, a avareza, e luxúria. Todos excessos, desejos com tendências exageradamente desenfreadas. Todos representados por demônios, em qualquer pesquisa que fizermos. Todos representados por intensos desejos por bens materiais.
No caso dos 33 mineiros que no dia 05 de agosto, ficaram presos no desastre que fechou o acesso a uma mina localizada a 700 metros de profundidade, em Copiapó, no Chile, a insanidade perdeu para a sabedoria do bem; a bestialidade se acovardou diante da preciosidade da vida humana.
Trinta e três Cristos foram usados, sacrificados por meio de dolorosas experiências. Trinta e três servos, para que, por intermédio dos quais, germinasse expressiva fraternidade. Houve a clara união dos povos pelo sentimento de respeito à vida. Houve clareza quanto ao despertar para a importância do amor familiar. Houve uma odisséia de clamor por aliança ao movimento pelo bem.
Quem vencerá? Fico pensando que a natureza sobreviverá à loucura do homem quanto à sua insistente escolha por evidente abuso para a extração de recursos naturais. Será que o bicho-homem sobreviverá?
Vanda Ferreira
Um dia de glória, pode acontecer a qualquer dia do ano, em qualquer estação, em qualquer tempo lunar. Pode ser um dia chuvoso, quente, frio ou seco.
Mas afinal o que seria a “glória”? O que aconteceria para eleger um dia qualquer a um dia de glória? E o que significaria em nossa vida, um dia de glória?
Hoje tive um dia de glória!! E sabem por quê? Porque maravilhosamente assisti a participação, a receptividade de muita gente por um mundo de paz.
Testemunhei a provocação da mão estendida em pedição de uma aliança. A ansiedade de um fio de ligação para unir preciosidades e formar um colar de pérolas.
Sempre acreditei que o despertar é um longo processo. Abrir os olhos e ver a luz, sentir cheiro, ou fome ou calor ou frio, ouvir passarinhos ou a chuva caindo, não traz a totalidade, a plenitude do despertar. Despertar tem a ver com a afloração do cérebro e coração, e pode ser, até, independente dos sensores chamados de “cinco sentidos”.
Popularmente, diante da “ignorância” ou ingenuidade de quando não percebemos a “moral” de uma piada, uma explicação ou uma mensagem, o comunicador diz:
- Ei acorda!!!
E quer dizer: perceba!!! É deste despertar que desejo falar. Acordar do torpor e perceber a realidade.
Teria muitos eventos que eu poderia trazer para exemplificar a promoção do despertar. Aquela história que cego não é quem enxerga, mas aquele que se recusa a enxergar, é verdadeira.
Parece-me que o mundo está acometido de cegueira coletiva. Acredito que estejamos com aquela cegueira provocada pela mídia, pelos meios de comunicação, pelos agentes manipuladores dos veículos de comunicação, pelos interlocutores, articuladores de notícias e propagandas, que poderosamente nos converge à exclusiva atenção para um ponto discutido e estabelecido pela minoria.
Sabemos que somos induzidos para olhar para certos alvos, todos apontados por cidadãos, homens e mulheres, que se infiltram profunda e intimamente na sociedade. Somos hipnotizados. Assediados por palavras, imagens, ritmos, modismos, que nos manipulam, convencem, enfeitiçam, e ganham espaços para imperar em todos os aspectos da vida.
No entanto, no anelo das proezas a natureza é sensível. Cuida para ecoar o grito pelo bem. Grito que atravessa oceanos, rochas, desconhecidos caminhos e incalculáveis distâncias. Grito em uma língua universal, cujo dialeto é compreendido em qualquer lugar de qualquer continente. Felizmente há o propósito que se estabelece por força natural.
Sou uma observadora da vida. Quase nada faço. Quase somente observo o mundo, a história da humanidade. E assisto coisas horríveis. Choro dores mundiais. Choro até possibilidades vistas pela probabilidade!
Mas também me emociono e choro de alegria, em especial quando o grito ecoado atravessa a vida sem lesar mortalmente, nenhum dos inúmeros Cristos até que aporte em propícia solução.
Foi o caso dos mineiros “enjaulados” em um particular submundo subterrâneo. Este foi um grito pelo amor. Pelo respeito à vida. O alvo foi a indecência, cujo pecado foi aliviado para um numeroso grupo de seres humanos.
Um numeroso grupo de seres humanos, mundialmente foi despertado. Em todos os continentes houve um despertar para o simples de quando menos é mais.
A prática da ambição será reduzida. A gula, a avareza, e luxúria. Todos excessos, desejos com tendências exageradamente desenfreadas. Todos representados por demônios, em qualquer pesquisa que fizermos. Todos representados por intensos desejos por bens materiais.
No caso dos 33 mineiros que no dia 05 de agosto, ficaram presos no desastre que fechou o acesso a uma mina localizada a 700 metros de profundidade, em Copiapó, no Chile, a insanidade perdeu para a sabedoria do bem; a bestialidade se acovardou diante da preciosidade da vida humana.
Trinta e três Cristos foram usados, sacrificados por meio de dolorosas experiências. Trinta e três servos, para que, por intermédio dos quais, germinasse expressiva fraternidade. Houve a clara união dos povos pelo sentimento de respeito à vida. Houve clareza quanto ao despertar para a importância do amor familiar. Houve uma odisséia de clamor por aliança ao movimento pelo bem.
Quem vencerá? Fico pensando que a natureza sobreviverá à loucura do homem quanto à sua insistente escolha por evidente abuso para a extração de recursos naturais. Será que o bicho-homem sobreviverá?
Vanda Ferreira
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A Fábula do Porco-espinho.
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.
Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
Moral da História
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
Contribuição de Roldão Aires
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
O SACI
O SACI
Temo que por estes dias
irá reaparecer na cidade
um menino negrinho
pulando numa perna só_conhecido como Saci_
indignado com essa mania
de brasileiro adular bruxas,duendes e magia
vindos lá dos Steites"
numa falsa fantasia
que nada tem a ver com nossa alegoria.
E fumando o seu cachimbofedido,
fedido que só,
o negrinho perneta,
irá provocar rebeldia
pelas cidades e pastos
seja de noite ou de dia,
em protesto contra os adultos
que insistem em dizer,
que Saci não existe de fato.
E assustando bois e cavalos
escondendo objetos alheios,
fará um justo protesto
contra quem não acredita
no olhar de um menino
que se diz brasileiro.
Numa greve inesperada,
assustará viajantes
dE Guarulhos ao Galeão
nas cidades e no sertão.
Toda ordem será desfeita,
e o caos se instalará
a não ser que os adultos
deixem de falar ingles
e virem crianças de novo
falando um bom portugues
.Como prova de conhecimento,
o Saci colherá
ervas das matas virgens
e fará seus unguentos,chás e medicamentos
prá curar o brasileiro
das doenças do estrangeiro.
E à floresta voltará
em redemoinhos de vento.
Marcia Tigani_ outubro 2010
Marcia Tigani_ outubro 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
É necessário saber que o poço tem fundo e não é tão profundo
Falam-se demais de meio ambiente. Equilíbrio e preservação (do meio ambiente). Economia, racionamento, impactos ambientais... Nada terá efeito, eficiência necessária, não se estabelece apenas pelo caminho do cérebro. Mister se faz a incidência do poder do amor. A natureza deve ser amada e o ambiente natural receber gratidão.
É necessário perceber que o poço tem fundo e não é tão profundo... Amar a vida é amar a mãe-natureza. Não somos somente um sopro, um coração que bate, ossos, carne e músculos. Somos um complexo que complementa de forma interatuável com todo o ecossistema.
Gente come de tudo, bebe de tudo, consome de tudo, expõe de tudo. Furta quase tudo, porque o tudo vem do ambiente natural, tudo provem dos recursos naturais... Somos sábios quando amamos e não quando entendemos necessidades... Preservação é resultado de amor explícito, fidelidade, solidariedade, respeito.
Vanda Ferreira
É necessário perceber que o poço tem fundo e não é tão profundo... Amar a vida é amar a mãe-natureza. Não somos somente um sopro, um coração que bate, ossos, carne e músculos. Somos um complexo que complementa de forma interatuável com todo o ecossistema.
Gente come de tudo, bebe de tudo, consome de tudo, expõe de tudo. Furta quase tudo, porque o tudo vem do ambiente natural, tudo provem dos recursos naturais... Somos sábios quando amamos e não quando entendemos necessidades... Preservação é resultado de amor explícito, fidelidade, solidariedade, respeito.
Vanda Ferreira
domingo, 3 de outubro de 2010
7virtudes - Amores
7virtudes - Amores
Convido poetas a participação nessa nova Antologia 7 Virtudes. Beijos.
Convido poetas a participação nessa nova Antologia 7 Virtudes. Beijos.
Cerejeira em flor
Deixarei que o meu amor te envolva e te possua
e em eróticos momentos , serei a tua gueixa.
Na doçura dos teus braços me entregarei nua
saboreando em ti o sumo do vinho e da ameixa.
Em ideogramas escreverei versos de paixão
simbolizando a vida como um forte sakurá
.E florescescendo no momento certo da estação
será em tua sombra que meu amor renascerá.
Num ritual secreto ,como se ainda fosse primavera
irei deitar-me ao solo, contemplando a cerejeira
e aproximar-me da felicidade,vivendo essa quimera
serei tua amante, fêmea apaixonada e fiel parceira.
Serão quatro as estações d"um amor exótico
como a neve eterna enfeitando o monte Fujii.
Em movimentos sinuosos , num balé erótico
a força da paixão será um leão que ruje.
E como um romance infinito e atemporal
como a delicadeza da cerejeira em flor,
dançaremos a musica etérea e sensual
corpo e alma: puro hanami* de amor.
Marcia Tigani_ outubro 2010
Marcia Tigani_ outubro 2010
*Hanami (em japonês: 花見, lit. olhar as flores?) é um costume tradicional japonês de apreciar a beleza das flores[1] [2]. Nesse festival, as pessoas costumam se reunir embaixo das árvores para apreciar o evento enquanto fazem piquenique.
LINDO DOMINGO PRÁ VC E BOA SEMANA! BEIJOS
MARCIA TIGANI
Publicado no Recanto das Letras em 03/10/2010Código do texto: T2534843
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Jardins
Dos jardins, falam os beija-flores, borboletas, arapuás e as varandas lambidas pelo vento;
Jardins são personagens nas lembranças de manhãs sagradas pela primavera enlaçada no aroma dos pães, biscoitos e café, em qualquer estação do ano;
As cores que estampam unhas das mulheres urbanas, e as flores amarelas e vermelhas dos vestidos das camponesas, falam dos jardins;
Jardins não possuem portal, lá atravessa saudade. Vai-e-vem do paladar que alimenta as meninas dos olhos.
Vanda Ferreira
Jardins são personagens nas lembranças de manhãs sagradas pela primavera enlaçada no aroma dos pães, biscoitos e café, em qualquer estação do ano;
As cores que estampam unhas das mulheres urbanas, e as flores amarelas e vermelhas dos vestidos das camponesas, falam dos jardins;
Jardins não possuem portal, lá atravessa saudade. Vai-e-vem do paladar que alimenta as meninas dos olhos.
Vanda Ferreira
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
A LIÇÃO DO BAMBU CHINÊS
Esta bela mensagem, a recebi da amiga Rosilene Alves/Campo Grande/MS
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, por
Aproximadamente 5 anos exceto lento desabrochar de um diminuto broto, a
Partir do bulbo.
Durante 5 anos , todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu,
Mas...
Uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.
Então, no final do 5º ano, o bambu chinês, cresce até atingir a altura de 25 metros.
Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e, às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.
Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava...
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos..
Em nosso trabalho, especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças...
De comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização.
Para ações devemos sempre lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Tenha sempre três hábitos:
Persistência, paciência e fé, porque todos merecem alcançar os seus sonhos!!!
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita
Flexibilidade para se curvar até o chão.
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, por
Aproximadamente 5 anos exceto lento desabrochar de um diminuto broto, a
Partir do bulbo.
Durante 5 anos , todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu,
Mas...
Uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.
Então, no final do 5º ano, o bambu chinês, cresce até atingir a altura de 25 metros.
Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e, às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.
Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava...
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos..
Em nosso trabalho, especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças...
De comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização.
Para ações devemos sempre lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Tenha sempre três hábitos:
Persistência, paciência e fé, porque todos merecem alcançar os seus sonhos!!!
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita
Flexibilidade para se curvar até o chão.
"Aqui..."
Esse cheiro de mato...
O som dos passarinhos...
Faz esse pleno momento de reflexão(?)
Assento-me em luas ...
Choro estrelas ...
E cai pesada a chuva .
Alagando meus olhos .
E sigo crescendo...
Sozinha neste mundo do avesso.
Aqui é MEU mundo...
Minhas letras e versos são minha alma...
E descrevem tudo de mim...
Sou desse jeitinho...
Cheia de reticências...
Glória Salles
QUANDO A NATUREZA SE ENCONTRA COM A POESIA
Uma honra, participar deste Acampamento de Poetas del Mundo, que se realizará em janeiro de 2011, no estado do Mato Grosso do Sul.
Aonde, amigos poetas senhores Mestres e senhoras Damas da Arte da Vida, se unem para compartilhar sorrisos pela Arte e em almas felizes aos vossos semelhantes.
Venham tb, e participem:
ROÇA DE PAZ:
htpp://rocadepaz.blogspot.com/consuladorural@hotmail.com
Bjos na alma
Bethinha _ Alma Dançante
QUANDO A NATUREZA SE ENCONTRA COM A POESIA
Um encontro, para ser sentido, vivido e admirado pela obra de Deus.
Amigos poetas, senhores Mestres e senhoras Damas da Arte da vida...Participem, afinal a sabedoria sempre será vista aos olhos de nossas almas e em sorrisos de nossos corações.
Desde já, que seja abençoado este Acampanhamento de Poetas del Mundo em Mato Grosso do Sul.
Bethinha _ Alma Dançante
domingo, 26 de setembro de 2010
TEMPO DE PLANTAR

TEMPO DE PLANTAR
Em solo fértil eu plantarei amor e riso
e regarei as mudas com lágrimas de sal
aguardarei o momento que for mais preciso
para a vindima intensa que virá afinal.
Plantarei no meu jardim canteiros de amor
e os regarei com suor das noites de paixão
e encontrarei no fim do meu tempo de labor
mudas de carinho nascidas em meu coração.
Cuidarei desse jardim sem medo da partida,
antes e depois do amor mais puro e verdadeiro
e em cada grão a esperança será revestida.
E me fartarei do sumo dessa plantação
pois os seus frutos brotarão o ano inteiro
como se a terra arada fosse a terra prometida.
Marcia Tigani_ setembro 2010
Rir, sorrir, riso
Sorriso de uma flor
que com muito amor
perfuma o caminho de pobres transeuntes.
Sorriso maroto, daquela que foi sereia
Mas sem técnica
conduz palavras
em meio caos urbanos
Sorriso para quem quer me ouvir
ou para quem quer me calar,
dou a volta e transmito meu recado
Sorriso inteligentemente usado,
para simplesmente quando acordar
amansar meu dia,
resolver catástrofes abraçando a vida com amor
De que adianta sorrir,
Se quem me olha reflete
o porquê do meu riso?
Paola Vannucci
Amar é linha - Caminha
Do lado esquerdo o corpo vagueia na temperança
À direita o desatino da desvalia em terreno baldio
Ao centro a sala de mesa redonda com medieval estrutura
O Castelo ruiu entre blocos expostos de paredes descoloradas
O tempo será o veneno ardiloso do temor dos homens a Deus
A esperança é espreita colina de adeus à liberdade tardia
Escolhas as maiores frutas e melhores sementes
Plante na terra no ventre mãe gentil
Pátria amada Brasil!
Diana Eleitora 2010
Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2010.
À direita o desatino da desvalia em terreno baldio
Ao centro a sala de mesa redonda com medieval estrutura
O Castelo ruiu entre blocos expostos de paredes descoloradas
O tempo será o veneno ardiloso do temor dos homens a Deus
A esperança é espreita colina de adeus à liberdade tardia
Escolhas as maiores frutas e melhores sementes
Plante na terra no ventre mãe gentil
Pátria amada Brasil!
Diana Eleitora 2010
Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2010.
sábado, 25 de setembro de 2010
Amar é linha - Prosperidade
Encaixo certeira meta
Na fresta do seu olhar
Cabisbaixo e sorrateiro atesta
Sentimentos de coração alerta
Ventos sopram a expectativa
No sorriso disperso e amarelo
O percurso do afeto cultiva
Florescem cantigas e apelos
Ser capaz de felicidade
Na semeadura do amor
Viverá colheita prosperidade.
Livro: Verdes e Perfeitos Amores
http://perfeitosamores.blogtok.com/blog/10928//
Na fresta do seu olhar
Cabisbaixo e sorrateiro atesta
Sentimentos de coração alerta
Ventos sopram a expectativa
No sorriso disperso e amarelo
O percurso do afeto cultiva
Florescem cantigas e apelos
Ser capaz de felicidade
Na semeadura do amor
Viverá colheita prosperidade.
Livro: Verdes e Perfeitos Amores
http://perfeitosamores.blogtok.com/blog/10928//
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Ares de setembro - Delasnieve Daspet
Ares de Setembro
Delasnieve Daspet
Eis setembro, finalmente!
A delicadeza flutua no ar.
Um sorriso desconhecido.
Um adeus de alhures.
O sol suave da tarde bate
Cálido em meus cabelos...
Flores, abelhas, beija-flores,
Na primavera o ciclo se renova.
Pássaros cantam,
Formigas em frenético vai e vem
Parecem gritar: Vida! Vida!
Chega, magnânimo, setembro!
Alfazema, rosas, araras azuis,
Enfeitam o campo e a cidade..
Nem o ar seco da tarde,
O calor das ruas,
O escasso dinheiro,
A angustia que maltrata,
A ansiedade,
Ou a tua ausência,
Nada!...Nada!...
Nada mudará a beleza dos dias!
Todos os problemas ficam menores...
E setembro pintando um novo pano de fundo,
Com novos atores e profusão de cores.
E a vida chega,
Com a alegria da água correndo no regato
E a combinação mágica do tempo que não voltara a existir.
Ares de setembro que me toma, embriaga,
Com assombro e magia me mostra que sou única,
Singular, pois só eu tenho minhas respostas,
Onde quer que eu esteja, estou apenas no inicio
Pois nasço agora.
A vida que se renova com a primavera
E me mostra que serei eu, para sempre,
Chorando, sentindo, amando, odiando,
Imperfeita, solitária, um ser humano
Andança
Meu rastro imprime lembranças;
Andança pelos tortuosos caminhos,
ladrilhados por micros-punhais
que pirograficaram-me a sola dos pés.
Trilhas rumo à luz;
demoradas e agonizantes pausas
em grutas de pedras
habitadas por serpentes.
No vale do inferno,
longa caminhada,
fugitiva das maldades.
Hoje meu rastro imprime gratidão,
desenhos de gloriosa fé.
Vanda Ferreira
Amar é linha - Porque me deixas partir?
Porque me deixas na hora da partida?
Como fazer você entender que nessa vida
Sou eu a porta de saída?
O que deseja quando o ter
Procura-me para o nada ser?
Considero você como o bem querer
Ao acordar no desalinho,
Já teria um ninho passarinho.
E no aconchego da dor,
O sabor do meu amor.
Já degustou da flor a comida,
E bebeu ao colo o néctar da vida.
Relute e labute, critique e justifique
Responda a questão ao calar
E enfim a voar,
Comigo fique.
Diana Balis, triste fim.
Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2010.
Como fazer você entender que nessa vida
Sou eu a porta de saída?
O que deseja quando o ter
Procura-me para o nada ser?
Considero você como o bem querer
Ao acordar no desalinho,
Já teria um ninho passarinho.
E no aconchego da dor,
O sabor do meu amor.
Já degustou da flor a comida,
E bebeu ao colo o néctar da vida.
Relute e labute, critique e justifique
Responda a questão ao calar
E enfim a voar,
Comigo fique.
Diana Balis, triste fim.
Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2010.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
A mão e a enxada - Marcia Tigani
A MÃO E A ENXADA
Uma casa pequenina, ao longe,sem beirais,bem no alto da montanha,onde não há sombras ou sinais.Gente de passos lentos,mãos calejadas,triste olhar.Da terra o seu sustento,só o céu a almejar.O vento é passageiro,a chuva é puro alento.Na lida,enxada e pranto,no rosto um só lamento.O tempo é preguiçoso,a vida segue seu curso,sem mêdo,enfrenta pedras,como um rio em seu percurso.E é tão íngrime a estrada!E é improvável a sorte!O horizonte é devaneio,só é certeira a morte...Marcia Tigani_ CAXAMBU_ julho 2010
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Roça de paz 2ª edição do Projeto Acampamento de Poetas del Mundo: Primavera / Marcia Tigani
Roça de paz 2ª edição do Projeto Acampamento de Poetas del Mundo: Primavera / Marcia Tigani: "Manifesto de primavera Tantas primaveras ainda virão... Pelas veredas de concreto armado subversivas flores cantarão num ciclo de vida reno..."
Convite: Veja entrevista "Do campo à literatura"
http://www.portalraj.com.br/Noticias/vanda_ferreira/vanda1.htm
Vanda Ferreira, ativista cultural, ambiental, escritora e poetisa conhecida como Bugra, fala sobre meio ambiente e poesia.
Por Fernando Aires, em Portal RAJ.
Vanda Ferreira, ativista cultural, ambiental, escritora e poetisa conhecida como Bugra, fala sobre meio ambiente e poesia.
Por Fernando Aires, em Portal RAJ.
Entardecimento
Florido ramo de laranjeira
perfuma pensamentos;
rastro da revoada de passarinhos
emana poesia,
leveza de luar no entardecimento da montanha espiadora de mim.
Rãs cantoras,
chocalhos nas gargantas,
para a entranda não solitária da noite.
Saltam para despertar
os morcegos que repousam
no beco de meu peito.
Invasão do labirinto,
sinos de torre não vista,
escondida na história de um secreto caminho
na serra de pedra bruta,
antes da alvorada.
Vanda Ferreira
domingo, 19 de setembro de 2010
Stetembro
Ouço o cochicho da chuva mansa;
cócega em meu coração
para pulsar sorrisos curtos, longos, escancarados.
Aconchega gratidão na paz encontrada
em mim-encantada de verdades importantes.
Contida felicidade de Joana
porque senhor João farta-se;
Barro para a construção do lar.
Vanda Ferreira
cócega em meu coração
para pulsar sorrisos curtos, longos, escancarados.
Aconchega gratidão na paz encontrada
em mim-encantada de verdades importantes.
Contida felicidade de Joana
porque senhor João farta-se;
Barro para a construção do lar.
Vanda Ferreira
Primavera / Marcia Tigani

Manifesto de primavera
Tantas primaveras ainda virão... Pelas veredas de concreto armado subversivas flores cantarão num ciclo de vida renovado.
Muitas flores ainda irão brotar ...Por entre areia e pedra,e cinza e vento... Verdejantes campos, perfumando o ar, numa terra em transe, em cio e tormento.
As chuvas de setembros insistentes, embebendo mananciais adormecidos serão tantas e assim tão insolentes a desafiar terrenos ressequidos.
Serão muitos os frutos da estação a saciar famélicas e pálidas crianças num mundo desigual,sem doação na desnutrida face da esperança.
Do solo empobrecido e degradado, do desmatamento desenfreado da floresta, surgirão sementes em chão fecundado: flora e fauna germinados em cada fresta.
Animais em risco de extinção, longe do agosto das queimadas arara-azul,tamanduá,mico-leão... No pulsar da vida, a procriação.
E mesmo longe,onde ecoa a guerra em áridos ermos de qualquer latitude, haverá a sagração da necessária primavera a eternizar a vida em sua plenitude.
Fica então decretada a primavera: no pólen das flores ,o renascer da beleza. Eros comandando: é a vida que impera, no mágico elo entre homem e a natureza.
Marcia Tigani_ primavera 2010
Tantas primaveras ainda virão... Pelas veredas de concreto armado subversivas flores cantarão num ciclo de vida renovado.
Muitas flores ainda irão brotar ...Por entre areia e pedra,e cinza e vento... Verdejantes campos, perfumando o ar, numa terra em transe, em cio e tormento.
As chuvas de setembros insistentes, embebendo mananciais adormecidos serão tantas e assim tão insolentes a desafiar terrenos ressequidos.
Serão muitos os frutos da estação a saciar famélicas e pálidas crianças num mundo desigual,sem doação na desnutrida face da esperança.
Do solo empobrecido e degradado, do desmatamento desenfreado da floresta, surgirão sementes em chão fecundado: flora e fauna germinados em cada fresta.
Animais em risco de extinção, longe do agosto das queimadas arara-azul,tamanduá,mico-leão... No pulsar da vida, a procriação.
E mesmo longe,onde ecoa a guerra em áridos ermos de qualquer latitude, haverá a sagração da necessária primavera a eternizar a vida em sua plenitude.
Fica então decretada a primavera: no pólen das flores ,o renascer da beleza. Eros comandando: é a vida que impera, no mágico elo entre homem e a natureza.
Marcia Tigani_ primavera 2010
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A Lâmpada do Aladin - Manoel Virgilio
Famosa essa lâmpada do Aladin,
Quem sabe guarda um gênio para mim?
No ar vai se esgarçando a fumaça
E o gênio, três pedidos quer que eu faça.
Não quero lhe pedir prata ou ouro,
Meu verso, para mim, é meu tesouro.
Primeiro vou pedindo paz na terra,
Que o homem nunca mais faça uma guerra.
Segundo, que promova uma igualdade:
- Que os ricos distribuam suas riquezas
E, assim, cesse, do mundo, essa pobreza!
Porém, para fazer isto verdade,
Terceiro, determine esta meta:
- Que pensem os dirigentes, qual poetas!!!
Quem sabe guarda um gênio para mim?
No ar vai se esgarçando a fumaça
E o gênio, três pedidos quer que eu faça.
Não quero lhe pedir prata ou ouro,
Meu verso, para mim, é meu tesouro.
Primeiro vou pedindo paz na terra,
Que o homem nunca mais faça uma guerra.
Segundo, que promova uma igualdade:
- Que os ricos distribuam suas riquezas
E, assim, cesse, do mundo, essa pobreza!
Porém, para fazer isto verdade,
Terceiro, determine esta meta:
- Que pensem os dirigentes, qual poetas!!!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Arte da Vida
Saliva celeste
Medo encrustado nos verdes
escorre em longa manga d'água;
Deleite nas trincas,
massera sede, terra árida e saliva celeste;
Colante seiva sara feridas
na secura do céu
das bocas abertas na história do gramado.
Vanda Ferreira
Amar é linha - Amor Veloz
Amor Veloz
O lobo corre na selva
Atracada ao corpo seguro
O doce galopar na relva
Amor veloz no escuro
Madeixas correm ao vento
O calor no encontro é renascimento.
Diana Balis, 17 de setembro de 2010.
Pintura de Vasnetsov, Viktor Mikailovich ( 1848 – 1926 )
O Batismo de São Vladimir - 1890
O lobo corre na selva
Atracada ao corpo seguro
O doce galopar na relva
Amor veloz no escuro
Madeixas correm ao vento
O calor no encontro é renascimento.
Diana Balis, 17 de setembro de 2010.
Pintura de Vasnetsov, Viktor Mikailovich ( 1848 – 1926 )
O Batismo de São Vladimir - 1890
Amar é linha - Amor Veloz
Amor Veloz
O lobo corre na selva
Atracada ao corpo seguro
O doce galopar na relva
Amor veloz no escuro
Madeixas correm ao vento
O calor no encontro é renascimento.
Diana Balis, 17 de setembro de 2010.
O lobo corre na selva
Atracada ao corpo seguro
O doce galopar na relva
Amor veloz no escuro
Madeixas correm ao vento
O calor no encontro é renascimento.
Diana Balis, 17 de setembro de 2010.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Amar é linha - Opressão vivida (Texto para eleitores)
Opressão vivida (Texto para eleitores)
As pequenas cidades estão cercadas por políticos opressores em nosso país.
A opressão dos eleitores de dá no dia a dia.
É o choque de ordem, a lei do silêncio, a opressão de minorias, aos artistas de praça e também aos poetas.
A lei é de quem Governa e não de quem vive nas Cidades?? Como assim?
- O que está acontecendo em nosso país??
Vi Cidades com costumes interioranos, sim, tudo bem, mas ter que fechar um restaurante à noite, porque só abre o local que o Prefeito determina?
- Isso é opressão!
Ou ter policiais na porta de um Bar, em pleno feriado, pela determinação da lei do silêncio, obrigando os músicos saírem? Nem podendo ousar em diminuir o som em pleno centro comercial?
A lei seca veio tarde, sei que muitos morreram pela falta de controle do alcoolismo no trânsito, mas pense bem, nosso teor alcoólico exigido é extremamente exagerado.
Você não pode beber um copo de vinho no almoço que já entra na lei.
Na Europa o teor é outro, sim tem o frio, hábitos e costumes, mas já viu Carioca sem samba ou feijoada no domingo?
E o frio em nosso país? Em Nova Friburgo? No Sul?
Sou uma pessoa de hábitos diferenciados, sempre tenho aqui local e cartas nas mangas, vamos pensar...
Amigos de Bangu não vem mais de noite à lapa? E os do Leblon vêm a Tijuca, ao Maraca?
Eles querem ir e vir e como fariam?
O transporte da Tijuca para a Barra da Tijuca para trabalhar, pelo Alto, já está terrível, com os ônibus das linhas 225, 233,234, determinando engarrafamentos intermináveis no Alto da Boa Vista de manhã e mais para passeios de lazer nos fins de semana.
- Não temos transportes decentes.
Como fazer se desejo ir e vir? Vou de táxi? Você pode? De vez enquanto e vocês?
- É isso que a elite deseja?
Daqui a pouco no Rio de Janeiro, vamos voltar à época que os ônibus iam até a meia noite.
Vivi isso em Minas Gerais, aonde terminavam todos os transportes à meia-noite.
Ir e vir é liberdade. É troca de culturas. É vida numa cidade grande.
Um político para se eleger tem que conhecer a sua cidade.
Eu sei aonde ficam os pfs (pratos feitos) e cervejas mais baratas dessa cidade, você sabe aonde ficam?
Já foi a Porto Real? Nova Iguaçu ou conhece a estação de trem de Marechal Hermes ou Bangu?
Já foi a Campo Grande ou a Santa Cruz?
Sabe que o comércio de Madureira e Campo Grande são ótimos?
Eu gosto da Cidade do Rio de Janeiro e detesto políticos corruptos;
A situação é a seguinte, vi e vivo caminhante com os olhares atentos.
Vejo pessoas de outras Capitais como São Paulo ou Cidades como no Espírito Santo, imaturas e se suicidando por motivos banais e vivendo vidas sem saídas.
Como assim e a nossa saúde?
Quero dizer a todos, nós temos saídas.
A vida é mais que conceitos adquiridos e a família, mas é o teor de outras realidades de vida que fazem as diferenças.
Troca de realidades é fundamental para sermos seres pensantes e reflexivos.
A vida que cada pessoa traz é muito especial.
Devemos escolher alguém de confiança nessas eleições de 2010.
Discordo das grandes Usinas Hidrelétricas, atropelando povoados e cidades inteiras causando com certeza muitos problemas ambientais.
Já que temos que pensar que além de nossa intervenção humana e gananciosa, temos um sistema solar e o planeta Terra em aquecimento.
Concordo com as energias limpas.
A utilização do Sol como recursos energéticos para o nosso desenvolvimento, para o aquecimento de águas, luz e planejamento de uma nova vida, com novas escolhas.
Ser diferente é ser pensante. Vamos ter sempre questionamentos em nossas mentes.
Vamos repensar em tudo que a mídia nos ajuda a engolir no dia a dia e em nossas casas.
A internet serve como meio de divulgação de vários tipos de reflexões de vida e pensamentos.
Não sou um Robô, eu penso, eu ajo, eu faço escolhas.
Você pode se perguntar, em quem eu vou votar??
Eu escolho esses critérios:
1- Eleger quem nunca esteve no poder antes e de preferência, quem nem tenha parente no poder.
2- Escolher pessoas que representem as minorias.
3- Escolher pessoas idôneas ou reconhecidas como tal, éticas ou de sua real confiança.
4- Pensar em quem vai cuidar da Saúde,habitação popular, segurança em nosso Governo do Rio de Janeiro (faz séculos que ninguém cuida disso!!!).
Diana Balis
Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2010.
As pequenas cidades estão cercadas por políticos opressores em nosso país.
A opressão dos eleitores de dá no dia a dia.
É o choque de ordem, a lei do silêncio, a opressão de minorias, aos artistas de praça e também aos poetas.
A lei é de quem Governa e não de quem vive nas Cidades?? Como assim?
- O que está acontecendo em nosso país??
Vi Cidades com costumes interioranos, sim, tudo bem, mas ter que fechar um restaurante à noite, porque só abre o local que o Prefeito determina?
- Isso é opressão!
Ou ter policiais na porta de um Bar, em pleno feriado, pela determinação da lei do silêncio, obrigando os músicos saírem? Nem podendo ousar em diminuir o som em pleno centro comercial?
A lei seca veio tarde, sei que muitos morreram pela falta de controle do alcoolismo no trânsito, mas pense bem, nosso teor alcoólico exigido é extremamente exagerado.
Você não pode beber um copo de vinho no almoço que já entra na lei.
Na Europa o teor é outro, sim tem o frio, hábitos e costumes, mas já viu Carioca sem samba ou feijoada no domingo?
E o frio em nosso país? Em Nova Friburgo? No Sul?
Sou uma pessoa de hábitos diferenciados, sempre tenho aqui local e cartas nas mangas, vamos pensar...
Amigos de Bangu não vem mais de noite à lapa? E os do Leblon vêm a Tijuca, ao Maraca?
Eles querem ir e vir e como fariam?
O transporte da Tijuca para a Barra da Tijuca para trabalhar, pelo Alto, já está terrível, com os ônibus das linhas 225, 233,234, determinando engarrafamentos intermináveis no Alto da Boa Vista de manhã e mais para passeios de lazer nos fins de semana.
- Não temos transportes decentes.
Como fazer se desejo ir e vir? Vou de táxi? Você pode? De vez enquanto e vocês?
- É isso que a elite deseja?
Daqui a pouco no Rio de Janeiro, vamos voltar à época que os ônibus iam até a meia noite.
Vivi isso em Minas Gerais, aonde terminavam todos os transportes à meia-noite.
Ir e vir é liberdade. É troca de culturas. É vida numa cidade grande.
Um político para se eleger tem que conhecer a sua cidade.
Eu sei aonde ficam os pfs (pratos feitos) e cervejas mais baratas dessa cidade, você sabe aonde ficam?
Já foi a Porto Real? Nova Iguaçu ou conhece a estação de trem de Marechal Hermes ou Bangu?
Já foi a Campo Grande ou a Santa Cruz?
Sabe que o comércio de Madureira e Campo Grande são ótimos?
Eu gosto da Cidade do Rio de Janeiro e detesto políticos corruptos;
A situação é a seguinte, vi e vivo caminhante com os olhares atentos.
Vejo pessoas de outras Capitais como São Paulo ou Cidades como no Espírito Santo, imaturas e se suicidando por motivos banais e vivendo vidas sem saídas.
Como assim e a nossa saúde?
Quero dizer a todos, nós temos saídas.
A vida é mais que conceitos adquiridos e a família, mas é o teor de outras realidades de vida que fazem as diferenças.
Troca de realidades é fundamental para sermos seres pensantes e reflexivos.
A vida que cada pessoa traz é muito especial.
Devemos escolher alguém de confiança nessas eleições de 2010.
Discordo das grandes Usinas Hidrelétricas, atropelando povoados e cidades inteiras causando com certeza muitos problemas ambientais.
Já que temos que pensar que além de nossa intervenção humana e gananciosa, temos um sistema solar e o planeta Terra em aquecimento.
Concordo com as energias limpas.
A utilização do Sol como recursos energéticos para o nosso desenvolvimento, para o aquecimento de águas, luz e planejamento de uma nova vida, com novas escolhas.
Ser diferente é ser pensante. Vamos ter sempre questionamentos em nossas mentes.
Vamos repensar em tudo que a mídia nos ajuda a engolir no dia a dia e em nossas casas.
A internet serve como meio de divulgação de vários tipos de reflexões de vida e pensamentos.
Não sou um Robô, eu penso, eu ajo, eu faço escolhas.
Você pode se perguntar, em quem eu vou votar??
Eu escolho esses critérios:
1- Eleger quem nunca esteve no poder antes e de preferência, quem nem tenha parente no poder.
2- Escolher pessoas que representem as minorias.
3- Escolher pessoas idôneas ou reconhecidas como tal, éticas ou de sua real confiança.
4- Pensar em quem vai cuidar da Saúde,habitação popular, segurança em nosso Governo do Rio de Janeiro (faz séculos que ninguém cuida disso!!!).
Diana Balis
Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2010.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Umidade genuína
Chuva lava saudade,
alivia ardências,
encharca desejos,
aduba alegria;
Ressoa telhado,
alquimia de barro,
bronze zumbindo em dedos d'água.
Chuva instala umidade,
inunda a fé no mar aos pés de pomares, jardins e hortas.
No coração da terra pulsa promessas,
sagra futuro,
raiar de plenitudes.
Amanhecerá farturas.
Vanda Ferreira
alivia ardências,
encharca desejos,
aduba alegria;
Ressoa telhado,
alquimia de barro,
bronze zumbindo em dedos d'água.
Chuva instala umidade,
inunda a fé no mar aos pés de pomares, jardins e hortas.
No coração da terra pulsa promessas,
sagra futuro,
raiar de plenitudes.
Amanhecerá farturas.
Vanda Ferreira
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Plantei Rosas. Colho Rosas. / Delasnieve Daspet
Um belo poema de Delasnieve Daspet para reflexão sobre o viver:
Plantei Rosas. Colho Rosas.
Delasnieve Daspet
Tijolo a tijolo podemos construir
A morada ou a prisão,
Dependendo de nossas escolhas.
Para viver o amor
Precisamos observar como atuar,
Pois os caminhos não são fáceis.
Embora guarde no olhar os sonhos
E desejos ainda nascituros,
Sempre soube que minha primavera
Não seria eterna,
E que um dia seguiria o inverno.
E meu inverno se aproxima.
Trouxe de minhas andanças
Longas noites de espera,
Penas de todas as eras!
Não que quisesse facilidades.
Uma vida pela metade,
Já que se morre pelo menos uma vez
Todos os dias.
Deixo o que não sou.
As idéias que não são minhas.
Meus medos. Minhas dores.
Minha solidão.
Deixo a palavra não dita
No silêncio que açoita.
Grito minhas verdades.
Escrevo meus sentimentos.
Já não me oculto.
Plantei rosas. Colho rosas.
Mas já plantei amarguras e colhi saudades.
E doce a boca que beija
No final da primavera!
Aprendi que na caminhada
Não estamos sozinhos.
Há uma ordem celestial
Guiando nossos passos.
Olhando-os, meus amigos, enxergo estrelas,
Nas orvalhadas madrugadas de
Nossos corações.
Plantei Rosas. Colho Rosas.
Delasnieve Daspet
Tijolo a tijolo podemos construir
A morada ou a prisão,
Dependendo de nossas escolhas.
Para viver o amor
Precisamos observar como atuar,
Pois os caminhos não são fáceis.
Embora guarde no olhar os sonhos
E desejos ainda nascituros,
Sempre soube que minha primavera
Não seria eterna,
E que um dia seguiria o inverno.
E meu inverno se aproxima.
Trouxe de minhas andanças
Longas noites de espera,
Penas de todas as eras!
Não que quisesse facilidades.
Uma vida pela metade,
Já que se morre pelo menos uma vez
Todos os dias.
Deixo o que não sou.
As idéias que não são minhas.
Meus medos. Minhas dores.
Minha solidão.
Deixo a palavra não dita
No silêncio que açoita.
Grito minhas verdades.
Escrevo meus sentimentos.
Já não me oculto.
Plantei rosas. Colho rosas.
Mas já plantei amarguras e colhi saudades.
E doce a boca que beija
No final da primavera!
Aprendi que na caminhada
Não estamos sozinhos.
Há uma ordem celestial
Guiando nossos passos.
Olhando-os, meus amigos, enxergo estrelas,
Nas orvalhadas madrugadas de
Nossos corações.
DD_12.09.02 - 13,00
Campo Grande MS
sábado, 11 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Arias Manzo
Presidente fundador de Poetas del Mundo reuniu-se com o grupo de crianças que se encontravam no Hotel Ariaú Buzios, na noite da solenidade de posse da diretoria da Associação Internacional de Poetas del Mundo.
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