Somos cultivadores da PAZ, muito bem-vindo(a) a esta cultura!

E D I T O R I A L

ROÇA DE PAZ
2ª EDIÇÃO do Acampamento de Poetas del Mundo.
RELATÓRIO VANDA FERREIRA – DIRETORA DE MEIO AMBIENTE

O projeto "Acampamento de Poetas del Mundo" é inovador e essencial para gerar vantagens ao processo de mudança social e potencializar abrangências à legitimidade das ações em prol da sustentabilidade ambiental.
"Ame a natureza como a ti mesmo" é o slogan da 2ª edição do projeto e foi elaborado com a finalidade de transformar positivamente, tanto no âmbito externo ambiental quanto no interno organizacional de Poetas del Mundo, de seus membros e convidados, passa a propor além dos poetas, também a integração de toda sociedade artística ao contexto da responsabilidade ambiental, somando braços, alertando realidades, propondo mudanças, realizando sonhos.
Roça de Paz foi realizado em janeiro de 2011, em área rural, na sede do Consulado de Poetas del Mundo no entorno rural de Campo Grande, no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, com grande empenho da cônsul Vanda Ferreira, que nos coloca como surgiu e é realizado esse trabalho.
Quando assumi o Consulado no entorno rural de Campo Grande, inspirada no Manifesto Universal de Poetas Del Mundo, apresentei à Embaixadora do Fórum Poetas Del Mundo para o Brasil e atual presidente da Associação Internacional Poetas Del Mundo, Delasnieve Daspet, o projeto Acampamento de Poetas Del Mundo como um programa capaz de propiciar e estender ações variadas para desenvolvimento das atividades da Diretoria de Meio Ambiente da Associação Poetas Del Mundo, assumida por mim.
Devo relatar que o que nos move é o ideal da busca integrada de ações que abranjam todo o contexto artístico e social em prol do crescimento da cultura e da conscientização da necessidade do cuidado com o Meio Ambiente, como fator essencial na conquista da política da PAZ na terra.
Como Diretora de Meio Ambiente em Mato Grosso do Sul, eu sinto a necessidade de que o projeto Acampamento de Poetas Del Mundo seja reapresentado à entidade para analisarmos sua funcionalidade e necessidade de extensão para as próximas edições, pois deixa de ser um programa criado pelo consulado, para ser um braço de uma associação de cunho internacional, que integra 117 países, o que agrega a potencialidade de se tornar um grande empreendimento e uma poderosa ferramenta nas causas ambientais, uma vez que as edições anteriores só podem ser consideradas um ponto de partida para uma representatividade maior pelos Poetas Del Mundo, o que nos determina repensar juntos em um sistema eficaz para garanti-la.
Pode-se observar desde a primeira edição a receptividade da sociedade para compartilhar da idéia de trabalhar as causas ambientais, em ambiente natural – gerando uma empatia maior dado ao notório interesse por parte de produtores de diversos segmentos que participaram de nossas ações para a formação de uma aliança em torno do projeto, somando esforços no seu crescimento.
A harmonia existente mapeou a reciprocidade entre os participantes para adesão a esta iniciativa, já não como membros, mas como ativistas, abraçando a causa, o que foi berço de um sentimento de gratidão por todos estarem juntos em torno da nobre meta de lutarmos pela vida, como seres humanos que lançam semente de paz, de esperança, de boa vontade para a continuidade de vida de qualidade, com uma integração responsável ambiental e humana, no planeta Terra.

Vanda Ferreira
Cônsul entorno rural de Campo Grande/MS/BR




3ª edição do Acampamento

3ª edição do Acampamento
Clique na imagem, te espero lá

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sistema insano



sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sistema insano

Mais um dia amanhece e como é lindo o alvorecer!  mas, um povo anda inquieto na terra de um lado para o outro, sem se dar conta das belezas naturais que os cercam e se vão atordoados, stressados atrasados e sabe-se mais lá o que, se vão deixando na terra o seu rocio inane, e evasivos se agitam, devaneios vagam por toda parte, são pensamentos andando, negócios andando, loucuras e falcatruas agregando-se parcialmente,  casamentos em crise, o desejo de mais e mais consumir, e por aí se vão os Reis sem coroas numa panelinha maldita pelo mundo afora e vão eles sem ao menos ver os que por eles passam porque ignoram os menos favorecidos e nessa freima se vão absortos em suas próprias artimanhas de repente... Um acidente. Quem atropelou quem? Ah! agora sim, há um tempo pra parar, tarde de mais ai já se findaram algumas vidas, mas o que isso significa para quem vai desenfreado, obcecado rumo ao seu sucesso? Absolutamente nada. Mas alguém fica pelo caminho a chorar a perda do seu ente querido. E eles se vão às cegas  Não aproveitam o percurso, não apreciam a vida. E acham-se tão poderosos! Brincam de ser Deus.  Mas Queiram ou não, são pó da terra e cinza. Frágeis mamíferos, iludidos a respeito de si próprios e nessa desvairada corrida, atrás dos seus "objetivos" esquecem-se de que o que realmente é vida, vai ficando para trás esquecem que a vida é efêmera, é um conto ligeiro e que enquanto estão destruindo o planeta em volto em suas buscas gananciosas por riquezas, a terra os esperam tranquilamente de boca aberta. Ah! tranquilamente não, porque até a terra perdeu o seu rítimo natural de ser. Anda atordoada, desequilibrada, cambaleando como bêbada, como uma frágil, mas forte mulher que é continuamente estuprada ela se contorce, em dor mas ainda ama e sustenta os seus filhos. Mesmo abalada pela ação do homem insano e ganancioso. mas, há! quem ame essa terra de natureza majestosa, que de tão sublime e bela que é encanta todos aqueles que tem o dom  de senti-la  nas veias! Que vibram com suas belezas exuberantes que desfilam majestosamente pelos regatos, montanhas, morros e vales. E adentra à nossa essência nos presenteando com o seu doce regalo. Quão bela é a dança das águas, a melodia das cascatas, os mistérios e encantos dos arvoredos e pradarias. O  trinar majestosos dos passarinhos, faceiros, ligeiros que como crianças, cantam e brincam desenhando no ar suas trajetórias fazendo curvas em seus voos graciosos destilando alegrias em doces notas sonoras terna e eterna melodia. Desce o entardecer e os raios poentes do sol, ao tingir o horizonte deixam-no multicolor, a deitar de mansinho os seus reflexos de ouro, como um terno manto dourado, sobre o solo desse chão de tardes eternas, agora mais calma, mostrando um semblante sereno, meigo porém cansado como que a si mesma se transpôs de alguma guerra e que guerra. E transmudada mostra sua face cândida em sua infinita brandura  inspirando naturalmente os seus habitantes mais dispersos, Como que compensando-os pelo árduo  dia de trabalho. O meu céu entardecido, belo e cálido agora descansa, nos braços do arrebol! aformoseando a paisagem do orbe, e uma  cor misteriosa aparentando tristeza, mas que na verdade é apenas branda e terna, vem chegando de mansinho vestindo a o semblante dourado da tarde, de um castanho anoitecer. Em mais uma  noite de séculos. Em que o olhar brando e meigo do luar abre suavemente o seu formoso lençol enluarando toda a paisagem noturna, assistindo e eternizando momentos mágicos, inspirando poemas e  pensamentos  induzindo beijos dos apaixonantes ao fulgor das estrelas em seu belo cintilar! e mais uma noite se vai, a madrugada já é vinda  orvalhando e bordando folhas e flores com gotas de vida vestidas de cristais. Somos o que pensamos e pensamos poesias bálsamo a saciar a nossa essência. Oásis por nós a dentro a fertilizar nossos eus para mais e mais poetizar. Quamto às feras humanas? Elas serão um dia extintas da face da terra e há de prevalecer, um povo que a ame e dela cuide. E esse sistema insano um dia terá fim levando consigo sua cultura enferma que também se findará...

Kainha Brito

Roça de paz acampamento de Poetas del Mundo: poesia - poesia - poesia

Roça de paz acampamento de Poetas del Mundo: poesia - poesia - poesia

poesia - poesia - poesia

terça-feira, 20 de julho de 2010



Hoje o dia é perfeito
Dia do amigo.

Lembrar desse seu jeito...
Poetisa modesta amiga companheira.

Dos raros momentos que a vida me reservou em sua companhia

Das mensagens, que sempre meu ego eleva

Das lembranças daqueles dias de harmonia

Dis que ficarão pra sempre marcado
No meu calendário...
No meu coração
Na minha emoção

Na minha vida


By M&!!O

AMIZADE É:

Laço de arco-íris,
corrente cujo pingente é um tacho de ouro e pedras preciosas. Bju

Amizade


Corrente cujo pingente é um tacho de ouro e pedras preciosas.

Vitamina-mista

que afroxa a boca

ilustra o semblante

fortalece bons desejos

fortifica vidas, alimenta a paz,

o bem em mim.

(Vanda Ferreira)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

vejam, ouçam: Poesia matuta, produção de PORTAL R.A.J

http://www.youtube.com/watch?v=QnikpPk3Wqo/

MEU GRITO


MEU GRITO


Tua beleza me põe de pé.


Colho teu canto, admiro tua luz,


bebo tua essência e me sinto parte


de tudo que me olha


com olhos incandescentes de sol.


Tua energia me banha a alma


e abre caminhos tantos...


que até rios chegam a me aflorar aos olhos


quando sinto cheiro de queimadas,


vejo peixes boiando em seus leitos


e animais


a serviço da pior parte do homem.


Sou tão pouco diante de ti, natureza!


Mas grito, peço, imploro...


com essa mesma alma que também te vê.


Basilina Pereira

sábado, 17 de julho de 2010

ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE POETAS DEL MUNDO - AIPM - É a globalização da poesia.

Associação Internacional de Poetas del Mundo - 22/06/2010



Associação Internacional Poetas del Mundo

Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP

Registro nº 51.741 - Livro A-182 - fls. 203v/212 de 29.06.2010

4º Serviço Notorial e Registral - Campo Grande MS Brasil


Criamos no dia 22 de junho de 2010, em Assembléia Geral Extraordinária - a Associação Internacional Poetas del Mundo. Aprovamos o Estatuto, o Regimento Interno e demos posse a Primeira Diretoria da novel Entidade.

Poetas del Mundo nasceu da convicção de que estamos num momento crítico da humanidade. O objetivo do Árias Manzo - nosso Presidente Mundial e Fundador - era unir poetas de todo o mundo - até nos tornarmos uma força real que tenha peso e influência no Planeta. Até hoje - funcionou como um Fórum Internacional e está presente em mais de 100 ( cem ) países, nos 5 ( cinco ) continentes, e, contamos com mais de 6.500 ( seis mil e quinhentos ) poetas.

É a globalização da poesia.

Há tempos nossos associados pediam ao Árias a transformação do Fórum em uma Entidade formal que pudesse vir a atuar - ainda com mais força em todos os locais onde sempre manteve sua área ação: Meio Ambiente, Cultura da Paz, Soberania dos Povos, Direitos Humanos, Criança, Menos Favorecidos, Famintos, Miseráveis de todas as áreas - trabalhando em prol e pelo Homem, participado ativamente em favor dos que necessitam da voz do poeta. Não é que a poesia vá mudar o mundo, mas podemos ser uma força real de proporções imensuráveis no equilíbrio da humanidade.

O Manifesto - memorável trabalho do nosso Presidente Fundador, afirma:

"..........Assim como deterioramos o planeta constantemente com o uso abusivo dos recursos naturais e humanos, assim também se constroem armas de destruição em grande escala, capazes de destruir toda a humanidade em poucas horas, e a supremacia do poder se concentra sempre nas mesmas mãos, no que hoje conhecemos como Império(s).

Porém, nem tudo é negativo, porque o caos moral, o caos ético, o caos político (guerras infames), o caos econômico (coisas absurdas) não são outra coisa senão manifestações do PARTO DA HISTÓRIA, como quando uma mulher dá a luz a uma criança; morre uma etapa e surge outra de seu regaço.

1 - Frente a este afã de domínio absoluto que poderá nos levar inevitavelmente à autodestruição e ante a tanta barbaridade. E ante a luz dos novos tempos que se anunciam, os Poetas del Mundo empreendemos o caminho do protesto, por um lado, e da construção de um novo amanhecer, por outro, que conduz à libertação definitiva do homem.

- Os Poetas del Mundo, não todos, apenas os Poetas del Mundo, porque nem todos os poetas do mundo estamos dispostos a dizer: não sou, SOMOS. Os que estamos dispostos a abandonar o EGO que está nos matando e somos capazes de olharmo-nos em IGUALDADE, iniciamos a cavalgada coletiva através do mundo e colocamos a arte da poesia a serviço da humanidade.

3 - Ser poeta não significa somente escrever bela poesia, senão que VIVÊ-LA, e vivê-la não significa apenas senti-la, mas também praticá-la, e praticá-la é uma coisa de todos os dias, de sempre enquanto tenhamos cabeça para pensar e coração para sentir.

4 - Ser Poeta del Mundo é algo mais difícil ainda, ser Poeta del Mundo é assumir este manifesto em sua parte essencial; é assumir a defesa da vida, do amor, da diversidade, da liberdade e ser capaz de dizer: dou minha vida pela VIDA, ainda que ame minha vida. Por isso é que dizemos BASTA de estupidez, BASTA de EGOS que não contribuem para o crescimento coletivo, nem pessoal, e coloquemos a arte da poesia a serviço da existência humana.

5 - Ser Poeta del Mundo é ser um guerreiro, ou uma guerreira, que cavalga pelas planuras da existência humana, como faz desde as mais remotas noites dos tempos, em busca da perfeição e do crescimento lícito da vida, enquanto se vive com as roupagens e as condições que temos para fazê-la. É por isso que não seremos passivos diante dos crimes que se cometem dia-a-dia em nome da liberdade, levantaremos nossa voz como um raio de luz e faremos tremer o covarde, porque converteremos a palavra na melhor arma que o assassino haja conhecido ao longo da história...."

E, amigos, é a isso que nos propomos!

Ao receber do Árias Manzo o convite para montar a Entidade aqui no Brasil - e, daqui para o mundo - partimos das idéias dele - colocá-las dentro da nossa legislação - e criamos uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP - que estará registrada no Ministério da Justiça, do Meio Ambiente, do Social, da Cultura, de onde - levantaremos nossas vozes - que elas ecoem pelo Mundo todo - em defesa dos nossos ideais e de nós mesmos - habitantes deste planeta - escritores, sonhadores, poetas de todo o mundo.

De acordo com o Árias Manzo - ficou decidido que dois cargos seriam vitalícios: o dele com Presidente Fundador e Mundial e o de Delasnieve Miranda Daspet de Souza - como Presidente Internacional, pois ambos se encontram perfeitamente integrados ao pensamento do Movimento Poetas del Mundo - hoje Associação Internacional Poetas del Mundo.

Apresento a todos - as nossas propostas objetivas, e, de como iremos funcionar. E, logo a seguir - a composição de nossa diretoria - e de nossos Representantes nos Continentes. As pessoas aqui nominadas são os sócios-fundadores.

A posse festiva será em agosto - em Búzios - RJ - por ocasião do -II Encontro Poetas del Mundo - fazendo Arte em Búzios - dias 28 e 29, quando seremos recebidos pela Cônsul daquela cidade - a excelente Sonia Imamura - que também é Sócia-Fundadora, ocasião em que estaremos esperando todos os Poetas del Mundo que puderem se fazer presentes.

Muito obrigada e aguardo-os para um trabalho profícuo em suas localidades, estados, países, continentes - pela vida para a VIDA!

Campo Grande-MS - Brasil, 22 junho de 2010.

Delasnieve Miranda Daspet de Souza

Presidente da Associação Internacional Poetas del Mundo



ESCOLHEMOS COMO OBJETIVOS PRINCIPAIS:

OBJETIVOS PRINCIPAIS

Art. 4° - POETAS DEL MUNDO tem como objetivos principais: ( do Estatuto )

I – Integrar, entre si, as Culturas de países vários;

II – Congregar pessoas e entidades, nacionais e estrangeiras, dedicadas à Cultura;

III – Empenhar-se, pelos meios e recursos ao seu alcance, no sentido do cultivo, desenvolvimento e aprimoramento das Culturas brasileira e estrangeiras: Letras e Artes em geral, inclusive popular;

IV – Zelar pela prática da cidadania, da igualdade racial, dos direitos humanos, incentivando o espírito de solidariedade nacional e internacional através das Letras, das Artes, ou seja, da Cultura em geral, elaborando e desenvolvendo projetos nesse sentido;

V – Defender o Meio-Ambiente, patrimônio da humanidade, elaborando e desenvolvendo projetos nesse sentido;

VI – Colaborar com os poderes públicos federais, estaduais e municipais e internacionais, visando a promoção das memórias e identidades dos diferentes povos, através de pesquisas e estudos literários, lingüísticos, históricos e artísticos;

VII – Incentivar e apresentar sugestões no sentido de aperfeiçoar a legislação sobre assistência à Cultura, Letras e Artes em geral, nacional e internacional;

VIII – Manter intercâmbio com editoras, instituições e pessoas físicas ou jurídicas que possam colaborar para a realização e conquista dos objetivos de POETAS DEL MUNDO;

IX– Promover foros de debates entre POETAS DEL MUNDO e outras instituições, com vistas à superação de obstáculos à promoção cultural e à prática de escritores e artistas brasileiros e estrangeiros;

X – Criar organismos e sistemas de assistência social, de impressão e distribuição de livros, em favor dos escritores e artistas nacionais e internacionais;

XI – Criar instituições de comunicação (jornais, revistas, rádio, tv, sites) para melhor divulgar a literatura, a paz, o meio ambiente, a solidariedade, os direitos humanos, os Poetas Del Mundo.

XII – Promover, incentivar e apoiar, intercâmbios, congressos, encontros, conferências, palestras, exposições, cursos, concursos e eventos outros, sempre visando o aprimoramento das Culturas Culturas e Artes com divulgação e realização nacional e/ou internacional, de acordo com as normas desta Associação, aqui especificadas, como das leis vigentes em seus locais de aplicação.

XIII - Implementação de projetos de caráter experimental ou não, de estudos, pesquisa e/ou eventos e ações nas áreas de educação, sociedade saúde, ecologia, saneamento e segurança ou em qualquer outra questão relativa às condições de vida e que seja relevante para os que usufruem das atividades da entidade como para o bem comum de um grupo ou região;

XIV – Atuar na promoção da Ética, da Paz, da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Democracia, da Cultura da Paz ;

XV - Apoio a Variedade Cultural - a visão da singularidade de cada ser humano e a singularidade dos grupos de etnias, regiões geográficas, religiões, habilidades e outros (especifique mais) diferentes. Dessa forma, a implementação de projetos contra o preconceito e valorização da variedade, como fator de apoio humanitário e de igualdade de direitos.

Seremos:

DENOMINAÇÃO, FINALIDADES, SEDE, TEMPO DE DURAÇÃO

Por este documento, fica social, cultural e juridicamente instituído a ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE POETAS DEL MUNDO – associação civil, sem fins lucrativos, patrimônio próprio, duração indeterminada, denominado simplesmente neste Estatuto de POETAS DEL MUNDO que tem por objetivo principal aflorar a paz interior nas pessoas, através do culto, incremento a divulgação da Cultura de todos os povos, sem quaisquer vinculações sectárias, filosóficas, políticas ou religiosas, de fins não econômicos.

§ 1º - Instituições de Saber e Cultura, nacionais ou internacionais poderão filiar-se ao POETAS DEL MUNDO, após aprovação da Presidência, com prévio parecer de aprovação da Diretoria Jurídica desta Associação.

§ 2º - POETAS DEL MUNDO promoverá suas atividades através de Representações Administrativas: a) uma Sede Internacional, brasileira, em Campo Grande – MS, que disporá sobre as políticas culturais da Associação; b) uma Sede Mundial, localizada em Santiago, no Chile; c) Sede em todos os Continentes e mais o Mundo Árabe, que funcionarão como Vice-Presidências e d) Sede de Representação em Países, Departamentos, Províncias, Estados, Municípios. Todas as sedes internacionais estruturarão seu funcionamento, de acordo com este Estatuto e seu Regimento Interno e as Leis da Região e País de seu estabelecimento.

§ 3º - POETAS DEL MUNDO tem sua Sede no Brasil, que funciona administrativamente à Rua Padre João Crippa, 1065, sala 109, 79.002.380 – Campo Grande – MS – BRASIL -, funcionamento sob a égide deste Estatuto, de duração indeterminada, podendo abrir, a Associação, representações suas em outros Países, Estados e Cidades do território brasileiro e no Exterior.

§ 4º - A Sede Internacional de POETAS DEL MUNDO, Sede Mundial, as Sedes Continentais, Países, Províncias, Departamentos, Estaduais e Municipais, terão como Presidente Fundador, vitalício, o Sr. Luis Arias Manzo – e, todas organizarão suas próprias Diretorias sem ferir as normas deste Estatuto, nem as Leis brasileiras, nem as das Regiões ou Países onde se localizarem.

Presidente Mundial e Fundador : Luiz Árias Manzo

http://www.poetasde lmundo.com/ verInfo_america. asp?ID=377

Associação Internacional Poetas del Mundo

Presidente

Delasnieve Miranda Daspet de Souza - MS - Brasil

http://www.poetasde lmundo.com/ verInfo_america. asp?ID=600A

Qual a origem da guerra? (repasso matéria de Celito Medeiros)

Queridos e queridas, retorno saudosa de nosso contato.
Posto este texto elaborado por CELITO MEDEIROS, enviado por Delasnieve Daspet:


Qual a origem das Guerras?


- Falta de boa comunicação nas ideias em oposições, mal entendidos, interesses defendidos com o domínio da força.

É falta de amor?

- Não, de fato não é este o item básico. Pessoas com amor também estão sujeitas a iniciarem ou irem às guerras.

Então temos dois tipos de Guerras diferentes?

- Sim, uma pelos motivos acima e a outra a Guerra Global. Esta não é localizada, mesmo que possa servir aos interesses dos Seletos do Poder.

Sempre partindo do mesmo grupo em todos os lugares, todas as nações, para o domínio total dos Seres Humanos.

Enquanto gritarmos por amor, por humildade, por união e pela própria sobrevivência humana, eles se unem para o controle por seus meios próprios, por suas alianças, suas armadilhas sobre todos, cuja única distinção é para seus assemelhados de interesses em pacto mantido muito além desta civilização.

Mantidos sob controle de várias formas, os Seres Humanos precisam conhecer estes meios de supressão, seus cenários, sua trama e principalmente como fizeram para conseguir isto.

Se este comando conseguiu manter por tanto tempo este controle, mais do que muitos imaginam, conseguindo se infiltrar em qualquer área que os percebam e que os combatam ou que tentam sair das armadilhas, sejam religiões, filosofias ou ciências, usam dos mais diversos meios para colocar dados falsos no meio do que é bom e desunir, difamar e assumirem os comandos para ditarem os que todos precisam acreditar ou obedecer.

Como pode um Ser Humano perceber tudo isto se está doente física e principalmente mentalmente?

O que disse nosso fundador Presidente Jean-Paul Nouchi?

"Todos aqueles que são uma forma pura de Paz Espiritual, uma alma,

um corpo e uma mente, formam a Família da Paz Universal”.

Este é o caminho a ser conhecido e colocado em prática:

Como teremos uma Mente sadia, para também termos um corpo sadio, uma alma plena e sem domínio em pura paz Espiritual para formarmos uma Família da PAZ UNIVERSAL?

Como anda nossa Mente? Como está sendo tratada a Doença Mental? O significado de Psique foi esquecido? A Memória é da Alma ou do Corpo? Que caminhos equivocados estamos sendo empurrados para seguir? A cura ou o controle? Pensem sobre isto, pois a Mente sã, corpo sadio. Sem isto, muitos estarão em guerras contra si mesmos, esquecendo-se do inimigo maior, o invivísel, mas que tudo vê!... E tem sua rede estabelecida para acabar com nossas individualidades, tornando tudo centralizado, economia, poder político e finalmente para conseguir globalizar tudo, aos nossos olhos, sem que muitos percebam isto. Eles desejam controle, já temos números, mas desejam tratar-nos como animais em cativeiro, nas armadilhas, só faltam mesmo nos colocarem chips como animais! Então seria mesmo o domínio total, se não estivemos atentos e trabalharmos duro para conseguir Fraternidade em igual Liberdade para todos! O meio para isto já existe, só precisa que todos reconheçam e possam apoiar, pois o inimigo já se infiltrou para denegrir e difamar. Esta é a grande tentativa da virada neste jogo de domínio, status e poder.

Celito Medeiros - ambassadeur de la paix universelle - Brésil

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Amar é linha - Tristeza

Dentro do copo de argila o gosto da terra molhada
A boca seca desvencilha a lágrima rolada
Corro e escondo os sentimentos ardilosos
O amor escorregadio elevou os medos
O calor e o afago mostram a nua costela
Eva desmedida é obediente e experiente
Come crua maça do amor confidente
Impede que flor alguma morra por espetadela.

Rio de Janeiro, 8 de julho de 2010.


Se o nosso humor dependesse só do sorriso lindo e iluminado do Sol
Que chega todas as manhãs, nos cumprimentando com seu brilho...

Ah!... A vida seria tão, mais feliz.

Infelizmente... Ha o que nos desvia dessa visão esplendorosa
Eu prefiro ignorar esse fato

Adoro quando o Sol sorri pra mim
Eu esqueço tudo, até de mim...
E me transporto para sua luz
Aqueço-me em seu calor

Momento mágico!

É uma pena ter que aterrisar...

Mas depois disso...
Nada poderá me abalar.

By M&!!O
Direitos Reservados

sábado, 3 de julho de 2010

Amar é linha - Cama E café (Bed and Breakfast)


Cama confortável com almofadas multicores
O café é mineiro com torradas e queijo branco
O sabor da laranjada é natural
Na mesa o jogo americano é artesanato colorido das Gerais
E as flores são da flora brasileira
A mesa enfeitada com o gosto de frutas tropicais
Manga, mamão, melão, bananas, caju e maçã
O chá de ervas naturais vem da nossa Mata Atlântica
As maritacas passeiam e cumprimentam com um bom dia!
O leite quente acompanha o açúcar mascavo
Um poema ameno balança ao vento
Uma boa geléia de morangos ou amoras a escolher
Os bolos de diversos sabores
Tem o de cenoura com cobertura de chocolate
O de aipim com cobertura de laranjas
O mel é o frescor das abelhas nos telhados
A paisagem é da boa Guanabara
Acomoda os Micos pretos em vistorias
O Rio de Janeiro é lugar hospitaleiro
Venha tomar café da manhã no Rio!

Poema dedicado ao Turismo na Cidade do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, 3 de julho de 2010.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Amar é linha - Amor

Jogos de equilíbrio,
Gostoso empate!
Brincadeiras teatrais.
Brincar de esconde-esconde,
Pique e pega,
Vai atrás!
Xadrez,
Dama,
Sem cansar!
Escorregar!
Vai e vem na gangorra,
Sempre balançar!
Subir no trepa a trepa,
Descer do escorrega!
Suar!
Beijo, abraço, aperto de mão,
Pêra, Uva ou Maçã!
Cantigas e roda,
Rodopiar,
Cantar,
Gritar,
Amar
É
Linha!
Vamos então
Soltar a Pipa?

Rio de Janeiro, 22/03/2007

A PALAVRA PELA PAZ - Repasso material do confrade J Farias - Cônsul de Goias

A paz pela palavra - Unidade na diversidade


Campanha de oficialização do Português, Espanhol e Guarani na América do Sul

A história e a ciência têm se esforçado para explicar a origem do universo, a origem de nossa galáxia, de nosso sistema solar. Tem-se tentado explicar a origem de nosso planeta, a origem da vida, vegetal e animal. Tem-se tentado explicar a origem do homem.

Falta-me o interesse e a pretensão de aqui questionar se o homem originou-se de alguma espécie de símio, se o primeiro homem e a primeira mulher vieram da África. Não questiono sua trajetória, se da África foram para a Europa, depois Ásia e de lá, finalmente, vieram para as terras que um dia se chamariam América.

Parece-me haver consenso entre os historiadores que o homem pré-colombiano teria vindo do Velho Mundo ultrapassando o estreito de Bering, porta de entrada para o domínio do tríplice continente do Novo Mundo: do norte, central e do sul.

Primeiras invasões


Quando a expedição do cristão novo Cristóvão Colombo, patrocinada pela rainha espanhola Isabel de Castela, cruzou o Atlântico e aqui aportou, em 1492, o novo mundo já estava habitado.

Com Colombo e depois dele veio o florentino italiano Amerigo Vespucci, (Américo Vespúcio), a quem coube a percepção e divulgação de terem os europeus chegado não às Índias, mas a um novo continente.

Ao contrário do que registra a história oficial, a descoberta do “Novo Mundo” não foi de Colombo e nem de Vespúcio. Como já dito anteriormente, outros povos aqui chegaram bem antes dos navegadores europeus do século XV. Os outros, sim, foram os descobridores. Estes, os invasores.

Os invasores europeus conquistaram o novo mundo à custa do derramamento de muito sangue, do tombamento de muitas vidas, pelos quatro cantos do tríplice continente. Milhões de vidas foram barbaramente trucidadas em guerras de conquistas pelos invasores, os quais contavam com absoluta superioridade bélica, pois já contavam com armas de fogo, enquanto os ameríndios lutavam com armas brancas.

1976, o geógrafo William Denevan (Estimativas do século XX em Thornton, p. 22) usou variações de estimativas para chegar a uma "conatgem consensual" de cerca de 50 milhões de pessoas na América pré-colombiana. Em 1492 teria a América contado com cerca de 25 milhões no Império Asteca e 12 milhões no Império Inca, dando as estimativas mais baixas um total de mortos de 80% até ao fim do século XVI. Segundo o historiador David Henigue, apenas em 1650 deu-se cerca de 8 milhões de óbitos de indígenas (Jennings, p. 83; Royal's quote). Pesquisas dão conta de que no Brasil a população indígena declinou de um máximo pré-colombiano estimado de 4 milhões para cerca de 300 mil em 1997. (História demográfica dos povos indígenas das Américas – Wikipédia).

Vale ressaltar que a mortandade não se deu apenas pelas guerras dos brancos, mas também por causas outras, a exemplo de doenças acometidas a partir da chegada dos europeus.

Quando os emissários da Península Ibérica aqui aportaram vários agrupamentos humanos foram encontrados, de norte a sul do continente. Sabe-se que a invasão do Novo Mundo foi inaugurada pela expedição de Colombo nas Antilhas, na América Central, e por Cabral, no Brasil.

Sucessivas expedições invasoras ocorreram, comandadas por espanhóis e portugueses e, anos mais tarde, também outros europeus como os franceses, ingleses e holandeses, entre outros.

Guarani


Como interessa a este trabalho principalmente a América do Sul, vamos recorrer a Manuel Fernández, traduzido ao português por Carlos Garayo e Cecy Fernandes de Assis. Segundo Fernández (www.guaranirenda. com – 2004), três mil anos antes de Cristo teria vindo da América Central para a América do Sul grupos da nação guarani, conquistando, gradativamente, uma boa parte do continente sul-americano.



Como este escriba não teve acesso a informações que contrariassem a afirmação de Fernández, vamos adotá-la como verdadeira. Até porque ela vem corroborar com sustentação ao aqui proposto, uma abordagem específica à propagação do idioma guarani pelo continente sul-americano.



Na América do Sul, os guarani embrenharam- se pelos quatro cantos do território, chegando mesmo, em muitos casos, a perderem contatos de uns grupos com os outros. Essa ausência de contatos ampliou-se com as dificultados geradas pela exuberância do meio e as enormes distância entre eles. Isso, ao longo do tempo, oportunizou diferenciações entre os diversos grupos, inclusive de seu jeito de falar, dando origem à grande variedade de línguas entre eles, embora de um tronco comum.



Apenas para nos restringirmos ao Guarani, sem tocarmos a outros agrupamentos menores e com línguas próprias, lembremo-nos de que, segundo Fernández, por volta de 200 anos AC o grupo Guarani propriamente dito dividiu-se em dois, expandindo-se um grupo pelo sul do Brasil e região platina, desde o Uruguai, norte da Argentina até Paraguai e Bolívia.



O outro grupo migrou-se para o litoral leste do continente (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, dando origem aos tupi, cuja língua sofreu mutações, ganhando feições próprias, embora com as mesmas raízes do Guarani. O tupi, graças à ação dos jesuítas, chegou a ser o idioma adotado na diocese de Salvador como o oficial para a catequese, passando a ser falado inclusive por não índios.

O exemplo do ocorrido com o idioma Guarani aconteceu também na Europa com o latim, dando origem aos diversos idiomas neolatinos, entre eles o Português e o Espanhol, também objetos da abordagem deste trabalho um pouco mais adiante.



Não cabe neste ponto historiarmos as origens dos idiomas da península Ibérica, que para nós tornaram-se as línguas ibero-americanas, faladas em toda a América do Sul. Excetuam-se as porções norte do continente que vieram a constituir as três Guianas, hoje com identidades e línguas próprias.


O idioma


De volta aos Guarani, vamos apresentar o que poderíamos dizer de algumas curiosidades históricas. Talvez algumas ou muitas pessoas desconheçam, pelo menos em parte, essas particularidades.



Já ficou registrado acima que o Guarani veio para a América do Sul a partir da América Central, por volta do ano 3000 aC.

Afirmou-se também que, por volta de 200 anos AC, uma parte dos Guarani expandiu-se pela bacia Platina (sul do Brasil, Argentina e Paraguai) e a outra seguiu para o litoral leste do Brasil. Estes, com o consequente afastamento do outro grupo, experimentou mudança em seu falar, dando origem ao Tupi, que se tornou uma variável do Guarani.

Em 1583 o Concílio de Lima recomendou a tradução do Catecismo para o Guarani, segundo Manuel Fernández. O catecismo seria aplicado no então Vice-Reino do Peru, cuja abrangência se estendia a quase todo o domínio espanhol nas Américas (Wikipédia).

Durante a guerra do Paraguai (iniciada em 1865) o presidente Francisco Solano López fez todos os seus discursos oficiais em Guarani. O Paraguai, naquele período, publicou livros e jornais nesse idioma indígena.

Em 1950 Anselmo Jover Peralta e Tomás Osuna publicaram o Diccionario Guaraní-Español y Español-Guaraní. No Paraguai fundou-se a Asociación de Escritores Guaraníes e, em Montevidéu-Uruguai, realizou-se o Congresso da Língua Guarani, que estabeleceu uma nova grafia para este idioma, com delegados de Argentina, Brasil, Bolívia, Paraguai e Uruguai.

Em 1955 o presidente brasileiro Café Filho instaurou a obrigatoriedade de incluir um curso de Tupi (variável do Guarani) nas carreiras de Letras de todas as universidades do Brasil.

Em 1988 a Constituição Federal do Brasil outorgou às sociedades indígenas o direito ao uso de suas línguas maternas. No ano seguinte a Constituição do Estado de Santa Catarina estabeleceu que "O ensino fundamental regular será ministrado em Língua Portuguesa, assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem" (Artigo 164, parágrafo 2). Segundo Manuel Fernández, isto supõe uma educação bilíngüe, com sistemas diferenciados, se bem que aplicável somente às comunidades indígenas.


Em 1992 a nova Constituição Nacional do Paraguai estabeleceu a obrigatoriedade da educação bilíngüe, em espanhol e em guarani (artigo 77), e reconheceu-se formalmente que o guarani é língua oficial do Paraguai no mesmo nível que o idioma espanhol (artigo 140).

Em 1994 o Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro aprovou uma recomendação de que o Tupi (variável do Guarani) fosse incluído no ensino do segundo grau, medida não implementada pela falta de professores.

Em 1998 Eduardo Navarro, da Universidade de São Paulo (a única que ensina Tupi), fundou a organização Tupi Aqui, com a pretensão de formar professores da língua Tupi, para incluí-la como matéria opcional, nas escolas do Estado de São Paulo.

No Paraguai, atualmente, cerca de 60% da população falam o guarani com regularidade, utilizando-se do Espanhol apenas em situações formais.

Em Mato Grosso do Sul, no município de Tacuru, o Guarani foi oficializado como segunda língua, medida recomendada, inclusive, pelo Ministério Público Federal. No mesmo Estado, no município de Paranhos, o Guarani pode vir a ser proximamente adotado como língua oficial.

No Mercosul, a partir de janeiro de 2007, o Guarani tornou-se língua oficial, ao lado do Português e do Espanhol.

Tem-se informação de que na Argentina e na Bolívia não existe nenhuma língua oficial, mas o Espanhol é reconhecido como tal pela administração pública. Entretanto nestes países o Guarani, embora também não oficial, vem sendo ensinado em algumas escolas.


Os veículos de comunicação na América do Sul começam a dar atenção ao Guarani, com forte presença em programas de rádio e televisão do Paraguai e também em um canal de televisão na Argentina.

A paz pela palavra

Terminada a digressão histórica acerca do idioma Guarani, passemos a contemplar considerações pertinentes ao título deste trabalho: A paz pela palavra, unidade na diversidade. Comecemos por uma expressão extraída do parágrafo inaugural do Manifesto Universal dos Poetas do Mundo:

“Poetas do Mundo, é chegada a hora exata para unir nossas forças na defesa da continuação da vida: somos guerreiros da paz e mensageiros dessa nova história para a humanidade. Somos os poetas da luz – veículo que nos conduz para levar o chamado de alerta de que não podemos nos furtar”.

Ainda em seu primeiro parágrafo, o “manifesto” declara:

“A humanidade vive momentos decisivos de luta pela sobrevivência, mas ainda não acordou para o fato de estar caminhando rumo a um precipício, direto para a extinção”.

O parágrafo introdutório do manifesto conclui-se com a conclamação a uma tomada de posição: “Urge que tomemos o leme e mudemos o caminho para a elevação coletiva, para que recuperemos o patrimônio da vida como dom universal e direito de todos”.

Com o intróito acima retomamos esta reflexão, em sua segunda parte, pois o que aqui se pretende defender encaixa-se como mão e luva na carta de origem de Poetas Del Mundo.

“Guerreiros da paz” e “poetas da luz” constituem-se nas expressões que dão os fundamentos básicos da tese em pauta.

Vejamos:

O poeta é guerreiro da paz. Se ele é guerreiro, por certo, tem uma arma. E se tem arma e é guerreiro, por certo tem intimidade com essa arma, sabe bem manejá-la. Pelo menos deveria saber.

Onde se quer chegar?

Atente-se para a pergunta: qual é a arma do poeta?

Sem nos esforçarmos, a transparência da resposta baila à nossa frente: a palavra.



A palavra é a arma do poeta.


E aqui vale uma generalização: a palavra é arma do poeta e de todos que a utilizam quaisquer que sejam os fins: poetas, escritores, oradores, letristas musicais e intérpretes dos mais diversos textos e contextos.

Como temos manejado nossa arma?

Por vezes, a utilizamos de forma a atingirmos nossos próprios pés. Ou, por outro lado, por vezes somos suficientemente omissos ao ponto de passarmos pela vida de forma inócua, incolor, inodora e insípida.

Usamos nossa arma, a palavra, de forma a fazermos diferença no mundo, em nosso mundinho e em nosso mundão de meu Deus? Nós a usamos para fazer esse mundo melhor?

Melhor para quem? Para a sobrevivência da raça humana?

Ou, ao contrário, estamos entre aqueles que utilizam suas armas para matar a esperança, para matar o sonho de uma vida com dignidade?

Será que usamos a palavra na busca de uma democracia que seja de todos e para todos de boa vontade e fé, e não para os oportunistas, os espertalhões, os que querem se dar bem a qualquer custo?

Estamos atentos para o fato de que crianças, aqui, ali e alhures, estão morrendo à míngua? Morrendo em nossa própria aldeia, nossa aldeia global, mais próximo ou distante de nós?

O mundo hoje, mais que ontem e, ao visto, menos que amanhã, torna-se mera aldeia, cada vez menor e mais vulnerável. Basta alguém tossir aqui que o outro já deve se precaver ali ou acolá.


Cada continente, cada país, a cada dia, mais globalizado.

Com a nova ordem econômica mundial teve lugar a formação dos grupos de nações, por motivações econômicas e de conseqüências socioculturais, históricas e políticas, a exemplo do Mercado Comum Europeu e do Mercosul. Esses grupos afrouxam entre si as barreiras de diversas ordens, chegando até à adoção de moeda única, como o euro.

As Américas, em nosso caso a do Sul, tornam-se uma pequenina aldeia. Hoje, como ontem, estamos ao alcance simultâneo de eficazes sistemas de comunicação e, por isso, tornamo-nos mais sugestionáveis.


Tornamo-nos vulneráveis pela arma-palavra e por outras armas. Vulneráveis por nossa predisposição a aceitar valores alienígenas, ditados pelos modismos de “n” feições.

Enquanto isso nossa arma-palavra, ao contrário do que deveria ser, submete-se a serviço de forças dominadoras. Nós a deixamos enferrujar-se pela inação, pelo desuso ou pelo uso ineficiente.

Enquanto isso, a cada dia, agrava-se mais e mais o quadro de agressão à vida em função da busca do lucro a qualquer custo. E aqui, vale dizer, lucro por parte dos que já têm de sobra, em detrimento dos que nada tem.

E nós poetas, nós escritores, temos usado nossa arma, a palavra, de forma a fazer a diferença em favor da paz? Alguém já bem disse que paz não é ausência de guerra, mas estado de bem estar de uma pessoa, de uma comunidade.


E então? Será que nossas comunidades estão em paz? Em paz consigo mesmo cada indivíduo? Com sua comunidade familiar, de bairro, cidade, estado ou nação?

Ou estamos nós como o boi ou o elefante, que ainda permanecem inconscientes de suas forças? Como no manifesto dos poetas Del mundo: “a humanidade ainda não acordou para o fato de estar caminhando rumo a um precipício, direto para a extinção”.

E exorta a seguir: “Urge que tomemos o leme e mudemos o caminho para a elevação coletiva, para que recuperemos o patrimônio da vida como dom universal e direito de todos”.

E a tomada desse leme de mudança apregoado pelo fundador de Poetas Del Mundo no manifesto, o chileno Arias Manzo, está em um eficaz apropriar-se de nossa arma, a palavra, está em um manuseio competente que dela fizermos.

E de que forma?

Primeiramente com a tomada de consciência de que temos uma identidade em grande parte comum. E por isso também interesses comuns deveríamos ter.

Permita-nos recorrer a duas imagens deixadas pelo maior líder de todos os tempos, aquele que marcou a história em antes e depois dele. O nazareno Jesus Cristo recorreu ao sal e à luz para nos deixar a lição de que não devemos ser omissos. E aqui este escriba se apropria da mensagem para atribuí-la aos poetas e escritores, aos titulares da palavra articulada.

Sejamos o sal, o tempero que dá melhor sabor ao mundo. Sejamos como a luz, uma luz que possa propagar-se no tempo e no espaço. Não uma luz que fique debaixo da mesa ou em um recipiente em vácuo, num mundo opaco.


Já disse a ciência que é com a luz que se consegue perceber as cores. Sejamos essa luz, no uso eficaz da palavra, para fazer esse mundo mais colorido.

Ainda que fisicamente um ou outro possa ser cego ou mudo, usemos da palavra, esse instrumento que transcende condicionantes físicos. A palavra não se delimita por fatores orgânicos dos órgãos dos sentidos, mas sobretudo, depende de nosso cérebro.

De volta ao que apregoa o manifesto dos Poetas del Mundo reitero que, de nossa convergência responsável, há de vir o estímulo para nossa revolução. Não uma revolução bélica, mas de consciência.

Não percamos de vista que a praia constitui-se de minúsculos grãos de areia. A floresta, em sua exuberância, constitui-se pelo somatório de uma e de outra árvore, de dezenas, milhares, um incógnito número de árvores.

Façamos o trabalho de formiguinhas, ou de abelhinhas. Uma abelha pode chamar a atenção em um ambiente. Uma formiga também. Imaginemos milhares e milhares de abelhas ou de formigas.

Nós, os poetas e escritores do Mundo, quantos somos? Apenas os associados a nosso movimento somos milhares. Só no Brasil, mais de 2 mil. Faltam-nos referências exatas, mas se pode imaginar cerca de mais de 4 mil na América do Sul, base objetiva deste trabalho.

Vale dizer que este número está longe de representar a totalidades dos poetas e escritores brasileiros e sul-americanos, se se considerar os que ainda não se associaram a Poetas Del Mundo.

Segundo o site www.blocosonline. com.br, até 14 de março de 1985, haviam registrados no Brasil o total de 10 mil 124 poetas. Pode-se garantir que somos bem mais que esse número.

No continente sul-americano podemos ultrapassar em muito a cifra dos 20 mil. Não vem ao caso aqui emitir juízo de valor literário de todas as nossas obras, mas sim, o fato de sermos agentes que tem na palavra literária a nossa ferramenta de expressão, um instrumento que, se bem utilizado, muita diferença pode fazer na formação de consciência das comunidades nacionais e do continente como um todo.
dade na diversidade

Um pouco antes referimo-nos a alguns pontos de identificação entre as nações sul-americanas, sobretudo as que hoje têm como idiomas oficiais os trasladados da Península Ibérica, os neolatinos Português e Espanhol. Acrescenta-se a este, outro ponto de identificação: além dos idiomas ibéricos, toda a América do Sul, nos primeiros tempos da presença humana em seu território, tinha como língua geral o guarani, que só mais tarde, com o passar do tempo, sofreu alterações, chegando mesmo a incontáveis delas. Mas as raízes são as mesmas, uma relativa identidade cultural por certo se perdura.

E daí? Onde pretendemos chegar?


A um desafio.

Em sendo a tendência dos povos dentro da nova ordem econômica mundial organizarem- se em blocos de relações multilaterais, sejam eles com objetivos políticos, econômicos ou todos estes juntos e mais alguns, por que também nós da América do Sul não seguimos esse exemplo positivo? Uma certa “união” faz o açúcar mas anossa união há de fazer também a força.

Peguemos o próprio exemplo do Mercosul. Vamos considerá-lo nos pontos e interesses comuns e façamos deles pontos de união. E nada melhor para isso, do que começarmos pelas línguas aqui faladas: as ibéricas Português e Espanhol e a terceira, o Guarani. Esta até mesmo em respeito à memória do continente, em respeito aos que primeiro aqui se instalaram, alguns deles chegando a formar civilizações notáveis, a exemplo da nação Inca. O império Inca, em seu apogeu, tornou-se uma verdadeira civilização, contando em seu apogeu com dinastias que contaram com 13 imperadores. O primeiro deles, iniciado com Manco Cápac em 1200 da era cristã e o último, de 1532 a 1533, com Athaualpa. Este último tem sido questionado por alguns historiadores, com o argumento de que ele ter-se-ia declarado súdito de Carlos I, da Espanha.

O foco central deste trabalho não é a história pela história e nem a literatura pela literatura, e sim as lições que se pode tirar daquela e as conquistas que se podem advir por meio desta.

Nesse ponto encaixa-se o desafio que se nos é apresentado: a luta por fazer da América do Sul uma comunidade continental em que se possa falar de forma simultânea as mesmas línguas históricas, com a produção de literatura em todas elas, no caso o Espanhol, o Português e o Guarani.


Para atingirmos os objetivos propostos faz-se necessário realizarmos uma ampla campanha, com o envolvimento de todos os poetas e escritores do continente. A campanha buscará a viabilização de se fazer desses três idiomas línguas oficiais em todos os países sul-americanos, respeitadas as realidades das três Guianas, que tiveram colonização com idiomas diferentes, com uma cultura diferente, com coincidências outras, diferenciadas do restante continental.

Esse trabalho apresenta cronograma previsto para cumprimento a médio e longo prazos. Uma vez concretizado irá beneficiar a todos. Além de sermos uma comunidade continental no sentido sociocultural, também se poderá contribuir para estreitamento dos laços políticos e econômicos de nossas nações. Também nós, poetas e escritores e nossos leitores, sairíamos ganhando com uma maior facilidade de circulação de nossos livros por todo o continente, onde teríamos versões de nossas obras em qualquer dos três idiomas e, o que é mais importante, teremos leitores.

A economia também receberá reflexos, pois em alguns setores aumentará a demanda em novos mercados e profissões, a exemplo da indústria gráfica, do turismo e da educação. Tais setores terão aumentada a demanda por mão de obra qualificada no setor.

Paralelamente à oficialização dos três idiomas, ou mesmo em decorrência disso, a legislação interna de cada país do continente poderá ser flexibilizada para oportunizar a livre circulação de pessoas e produtos por todo o continente. É o exemplo da Europa que hoje tem diminuídas as barreiras internas entre os países do Mercado Comum Europeu. Lá até a moeda, hoje, como sabemos, já é comum. Talvez no futuro, mais próximo ou mais remoto, também poderão os sul-americanos atingir semelhante grau de integração ou até mais e melhor.

Isso pode parecer, para alguém, uma utopia. Um sonho de visionário. Mas não nos esqueçamos de que muito do que hoje é realidade, um dia foi sonho, utopia. E até houve quem morresse por defender idéias e bandeiras utópicas em seu tempo. Pessoas hoje reverenciadas como beneméritas da humanidade. Isso porque elas acreditaram no sonho e lutaram por ele.


Viabilização da campanha


Esse trabalho se dará com início pelos Poetas e Escritores Del Mundo, que buscariam, no decorrer do tempo, parcerias com outros setores de cada país.



Para atingirmos o objetivo proposto podemos recorrer ao bloco multilateral de nações do Mercosul e, em cada um desses países e também nos demais, buscar parcerias entre outros setores. É o caso dos sistemas educacionais de todas as esferas e níveis; junto aos sistemas culturais diversos, academias de artes, letras e ofícios, institutos e associações culturais, entre outros.



Na busca de atingirmos esses objetivos até já adiantamos em parte a tarefa. Ofícios estão sedo encaminhados a todas as embaixadas de Poetas del Mundo do continente.

A seguir, uma síntese da proposta em encaminhamento:



1 – De início, faremos uma reunião de embaixadores( as) e cônsules representando todos os países, oportunidade em que se poderá estruturar as bases da campanha. Na ocasião se poderá promover a formalização da campanha em âmbito internacional;

2 – Em segundo lugar, cada embaixador e cada cônsul, nos respectivos territórios de circunscrição e atuação, poderão fazer o lançamento local simultâneo (país, estado, província, departamento, região e município), preferencialmente em solenidades que possam contar com as respectivas mídias (impressa, falada, televisada e provedores de internet);

3 – Promover contatos com órgãos culturais e educacional, por meio de expedientes impressos, prospectos, folders, visitas e/ou reuniões, promovendo a conscientização das respectivas comunidades, nos diversos níveis do poder publico e de órgãos e instituições de natureza privada.


Quando das ações acima, esclarecer que a campanha terá um cronograma com metas para serem atingidas a curto, médio e longo prazos, a saber:



1 – Incentivar a criação de cursos livres, a exemplo dos institutos de idiomas nos moldes já existentes;



2 – Estimular a criação de cursos de formação de professores para atender a demanda em todos os países com habilitação nos três idiomas. Talvez a própria Associação Internacional de Poetas del Mundo, com sede no Brasil, possa organizar uma instituição se ensino superior, obtendo do Ministério da Educação autorização para oferecimento de tais cursos. Pode ser que sejam oferecidos estímulos especiais, a exemplo de bolsas de estudos;



3 – Uma vez contando, já, com oferta de professores habilitados e/ou capacitados, oficializar a implantação de disciplinas (ou matérias) com ofertas dos três idiomas nas escolas de ensino básico, em caráter obrigatório. Além do idioma pátrio as matrículas seriam obrigatórias para os alunos em um dos dois outros idiomas e facultativas para o terceiro, a critério do aluno;



4 – Reconhecimento, por parte dos órgãos públicos e/ou de natureza pública, a exemplo de empresas estatais, fundações, autarquias, com incentivo também a órgãos, empresas e entidades de natureza privada, para estimularem a prática interna de atividades (escrita e fala) nos três idiomas, ampliando, assim, a capacidade de comunicação e atendimento aos clientes ou usuários dos respectivos serviços;



5 – Realização de uma convenção internacional do continente com a tirada de um acordo internacional em que todos os países reconheçam e adotem os três idiomas como oficiais em seus respectivos territórios;



6 – Gestão conjunta (resultante da convenção internacional acima mencionada) dos governos dos países da América do Sul junto à ONU no sentido de se tornar oficiais o idioma Guarani, uma vez que os dois outros, a essas alturas, já estarão oficializados. Enquanto procedimentos em vistas de oficialização do Português estão sendo trabalhados, o Espanhol já tem o status de oficialidade.

Este escriba tem a consciência de que talvez nem testemunhe algumas ou diversas das ações e andamentos propostos. Mas compartilha da máxima segundo a qual “o sonho que se sonha só não passa de sonho. Mas se o sonho for sonhado no conjunto da comunidade poderá vir a se tornar realidade.”

Posto o desafio, como disse Arias Manzo no manifesto de Poetas Del Mundo, “É chegada a hora exata para unir nossas forças na defesa da continuação da vida: somos guerreiros da paz e mensageiros dessa nova história nos conduz para levar o chamado de alerta de que não podemos nos furtar. A humanidade para a humanidade. Somos os poetas da luz – veículo que vive momentos decisivos de luta pela sobrevivência, mas ainda não acordou para o fato de estar caminhando rumo a um precipício, direto para a extinção. Urge que tomemos o leme e mudemos o caminho para a elevação coletiva, para que recuperemos o patrimônio da vida como dom universal e direito de todos”.


José Faria Nunes
Cônsul Poetas del Mundo de Goiás

http://www.poetasdelmundo.com/: 80/verInfo. asp?ID=1812

RELEMBRO

RELEMBRO
Sentado em minha poltrona posta bem perto do lume,revejo os escritos teus que ainda guardam teu perfume.
Coisas lindas me dizias, e eu com muito amor as guardava,eram o alento que eu tinha quando o teu amor me faltava.
Um dia, sem palavras partistes.Só, com a esperança da volta fiquei, os dias longos as noites tristes.
Ainda hoje olho, o que de ti ficou,seguro contra o peito, estas folhas que sustentam o pouco de mim que restou.
(Roldão Aires)

terça-feira, 15 de junho de 2010

ETERNA

ETERNA
Quando a juventude aflora,o nosso coração procura aquela a quem vai amar pela sua vida afora, Eu também tive a tí de riso tímido, e olhos lindos.Amar-te foi fácil,esperar para ver-te, que suplício.Juntos caminhamos a juventude,impossível de mim te separar.Mas Deus assim não quiz,e do tudo que para mim eras sem tí ficando, não via maisum jeito de me tornar feliz.Dos meus pensamentos não saías,nos sonhos eras constante.Às vezes, à mim aparecias,sorrias alegre, e algo me dizias,compreender tudo, foi difícil.Mas o tempo, tudo aplaca,hoje entendo, porque partiste levada foste deste mundo triste para um plano mais elevado onde a verdadeira vida existe.Agora me contas como estas,e eu já velho, vejo-te segura.Prometes que virás buscar-me espero-te ansioso.Nada importa, do que aquí deixo,importa sim, viver contigo aonde agora estas,lugar que um dia, Deus te colocou,para um dia, me levar atrás.
(Roldão Aires)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Amar é linha - Malas prontas

Hoje a novidade é a viagem
O Brasil inteiro espera fazer à hora
O gol vai sair de fininho com as malas prontas
A África do Sul tem a Girafa Sofia
Ao encontro do sonho, ir mais alem
Índias e Portugueses, namoram muito!
Brasil! Brasil! Brasil!
O Papagaio canta
Ouço o azul celeste
Tocam as vuvuzelas
É noite de ensurdecer
A cultura pega o bonde
Vai subir as escadarias de Santa Teresa
E a romaria a Nossa Senhora da Aparecida
Rezar adianta
Homem Santo também torce o pé
E fala mal do timão e faz figa
Fogo, fogo, fogo!!
Sopre as luzes das velas acesas
É hora de dormir.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 15 de junho de 2010.

Comentário de "A EQUIPE" - divulgo

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Postado por A Equipe no blog Roça de paz acampamento de Poetas del Mundo em 14 de junho de 2010 16:52
[b]CÉUS DO AMOR
Todas as tardes o poente,é de um vermelho alaranjado,lindo de se admirar.Todas as tardes se sabe Que o sol se põem, para voltar.Todos os dias, o que eu faço é olhar o céu simplesmente.Azul às vezes,outras cinzento mas traz a paz ao pensamento,alívio ao nosso cansaço.Assim também é o amor,lindo enquanto o vivemos,mas, se partir deixa a dore só sofrimento, é o que temos.Se como o sol, ele fosse entre as nuvens se escondesse,para aparecer no outro dia. Seria para o amor calmaria ,para o coraçaõ a paz, para o viver a alegria. Que bom seria ,se assim fosse.

(Roldão Aires)[/b]

TE CONHECI

[b] TE CONHECI
Mãos macias, aveludadas,olhos de um olhar suave,falar manso delicado.Mulher, que esconde encantos,e cujo maior predicado,é ter em segrêdo, o sofrimento dentro de si guardado.Aos poucos, deixa o coração exposto, e começa a revelar.seu outro lado.Com o seu eu à amostra podemos ver uma mulher,vivída e doce,capaz de brincar, rir e intensamente amar.
(Roldão Aires)[/b]
http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=5958

domingo, 13 de junho de 2010

Consulado Entorno rural de Campo Grande/MS/BR

Em 12 de junho de 2010, as Poetas del Mundo Embaixadora Delasnieve Daspet, Cônsules Aida Domingos, Nena Sarti e Vanda Ferreira, realizaram o evento "Noite Cultural com o Quarteto in Sol", na sede do Consulado Entorno Rural de Campo Grande/MS/BR, quando aconteceu uma belíssima roda de prosa com poesia, piada, causo, arte cênica, danças e o pré-lançamento do livro "O Testamento" de Vanda Ferreira.

Nena Sarti, Delasnieve, Aida e Vanda

http://delasnievedaspetdivulgapoetasdelmundo.blogspot.com/2010/06/vanda-ferreira-o-testamento.html

No link verifica-se o apoio da Embaixadora de Poetas del Mundo para o Brasil à cultura.

sábado, 12 de junho de 2010

Amar é linha - Solidão

A solidão arrebatadora abriu a porta
O frio sem acolhidas resfria a parede torta
Encostar as mãos no desgosto ao chorar
Lagrimejam as cobertas a soluçar

O menino de rua sente o tempo arredio
A estuprada pelo padrasto tem medo
A velha Senhora maltratada pelo filho degredo
A morta vida pinga gotas de fel em fio

O vadio sentir é amor estraçalhado no desterro
O peito aberto à sangria ao ventilar o erro
Calar e sofrer, no abafado amanhecer
Beijar línguas imundas e arremeter

A profunda fuga entre runs e vinhedos
Cegam a imagem, os refúgios do entorpecer
Afagado isolamento de tormentas e folguedos


Diana Balis, Rio de Janeiro, 13 de junho de 2010.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

CARTAS

CARTAS
Guardadas ainda estão as cartas que a mim enviastes.Temo as abrir,não gosto de surprêsas,sabes bem que te quero por isso assim fazes de mim tua presa.Tento queimá-las não consigo, algo me prende, me amarra.Até nisso mandas.Talvez o inconsciente trabalhe ao contrário,será que eu quero tê-las prá te sentir presente? Não confirmo e não desminto.Sei que quando as pego,sinto o peito sufocado,tenho a impressão que me espias, e deitas ali, ao meu lado.
(Roldão Aires)

Amar é linha - Torcida de amor

Vou de encontro à multidão
O caminho é à frente
O sentido é torcer
No Maracá as cores vibram
O amor é bem-querer
Vejo o Fla x Flu
E sigo gritando
Brasil, Brasil, Brasil!
Em torcida de time alheio
Concordo raciocinando,
Torcer pelo outro vale a pena.
Mas no fundo do meu coração,
Sou FOGO!!!!

Rio de Janeiro, 9 de junho de 2010.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Acampamento de Poetas del Mundo

O projeto "Acampamento de Poetas del Mundo" é a essencial inovação para gerar vantagens ao processo de mudança social e potencializar a abrangência à legitimdade das ações de sustentabilidade ambiental.



A 1ª edição deste projeto foi intitulada de "O grito da terra, preservar para viver" e foi realizada em janeiro de 2010.

"Roça de Paz, ame a natureza como a ti mesmo", é a 2ª edição do projeto "Acampamento de Poetas del Mundo, e foi elaborado com a finalidade de transformar positivamente, tanto no âmbito externo ambiental quanto no nterno organizacional de Poetas del Mundo, de seua membros e convidados, para integração dos artistas ao contexto da responsabilidade ambiental.

Roça de Paz, será realizado em janeiro de 2011, em área rural, na sede do Consulado de Poetas del Mundo entorno rural de Campo Grande, no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil.


Vanda Ferreira
Cônsul em torno rural de Campo Grande

Amar é linha - Tempo de amor

Amar é linha - Tempo de amor

AINDA TE NAMORO

AINDA TE NAMORO
Menina, eu te conheci moleque, eu era também responsabilidade, nenhuma nessa idade, quem tem? Fomos crescendo juntos, estudo naquela época era ginásio, depois colegial e então faculdade. Você foi normalista, eu me formei em contabilidade. Passa o tempo, vem a juventude, prá mim chega a hora do quartel. A distância, saudades, coisa estranha a tua falta, que ansiedade. Enfim, ambos nos formamos. Agora, namoro sério, noivado e o casamento chegou. Casados, vieram os filhos, problemas, dificuldades, dores e nós sempre juntos, felizes, apesar de todos os pesares. Cresceram os filhos, casaram-se. Os netos, só eu os vi. Mesmo o tempo passando, continuo te namorando. Às vezes, me pego rindo, porque te vejo ao meu lado, sorrindo como antes fazias. Dizem que tudo muda, mas no amor a máxima não se aplica. Amo-te ainda mais, vem prá perto de mim ficar. Por favor desta vez não saías, fica.
(Roldão Aires)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Amar é linha - Amor afetuoso

No carinho do aconchego

O colo é ameno sossego

No abraço acalentador

Aguardo o momento de amor



Nos refúgios silenciosos

Dos olhares maliciosos

Sinto o presente galanteador

O calor da paixão é frescor



O tempo entregue ao adorar

Vivido no horizonte ao entreluz do luar

No encontro da maré cheia ancorar.


Semana do namoro. Rio de Janeiro, 7 de junho de 2010.

domingo, 6 de junho de 2010

Lançamento do projeto Roça de Paz.


O projeto Roça de Paz foi lançado na praça Ari Coelho em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, durante as festividades comemorativas ao Dia Mundial do Meio Ambiente, evento promovido pelo IBAMA/MS.

O amanhã

O AMANHÃ

O amanhã se encontra num tempo imaginário e o encontro com o desconhecido tempo pode acontecer após o transcorrer de um espaço de tempo totalmente variável.

O amanhã pode chegar após um par de segundos, ou pode estar há alguns minutos, bem como há mais de uma quantidade de vinte e quatro horas. Contudo, será um novo período, inédito por seu simples advir.

Certamente o amanhã chegará, e se o momento de sua chegada é desconhecido e incalculável, essa variável implica no esperar com ou sem ansiedade. Porem, nada impede que haja um estado de expectativa.

Durante o hoje se faz uso de asas poderosoas para a viagem em diversidade de horizontes climáticos, coloridos ou não. Também para viajar em fantasias, onde se galga com fé para realizações plenas de êxito. Êxito até mesmo do hoje se tornar realidade na presença do “amanhã”.

O amanhã chegará convertido no hoje e o transportará para o ontem, numa mutação fenomênica, literal e literariamente, independente do eu, do hoje e do ontem.

O amanhã é crucial ao efêmero hoje. O hoje é simplesmente o lapso de tempo que serve de degrau para se atingir o amanhã. O hoje existencialmente se faz para estabelecer o amanhã.

O amanhã... é fatal.
Vanda Ferreira

sábado, 5 de junho de 2010

CANTO DAS ÁGUAS


CANTO DAS ÁGUAS




Quero te cantar nas nuvens


pra nesse instante te fazer chorar


gotas de chuva belas, cintilantes,


e um arco-íris de esplendor pintar


no céu poente onde tons mestiços


sugerem vida em todo lugar,


apanham sonhos,colorem a brisa,


deixam sinais bordados no ar.


Quero te cantar na aurora,


antes até da explosão solar,


ouvir-te os pingos mansos nos telhados


como suave cantiga de ninar.


Sorver-te lenta, mágica e docemente


quando a sede vieres me aplacar,


sentir teu toque me roçando o corpo,


feito carícia em noite de luar.


Quero te cantar nas fontes


quando os salmões voltarem pra dançar,


seguir-te livre no ventre da terra


que fertilizas pra frutificar.


Trilhar teu curso nos poros, nas veias


que percorrem meu corpo, devagar,


e te cuidar nos rios, nos lagos, nascentes,


pra ter certeza de que não vais faltar.

Basilina Pereira

Agradeço



AGRADEÇO...
Delasnieve Daspet
Campo Grande MS - 22.02.06 10,35 hs

Agradeço, o amor infinito;
Agradeço, o amor incomparável;
Agradeço, porque pensastes em mim;
Agradeço, por que sei que não me deixastes a própria sorte,
Porque sei que estas comigo,
Não só por hoje,
Mas por todo o sempre!

Toda vez que eu sorrir,
Toda vez que eu chorar,
Toda vez que eu me recolher,
Toda vez que eu me doar, agradeço!

Agradeço!
Agradeço a vida, a dignidade,
E a certeza de que tudo é possível...
Podemos, sim, conviver sem medo,
Sem rancor,
Em harmonia.

Agradeço pelo sol, pela lua,
Pelas estrelas, pelo vento, pela chuva,
Pelo calor, - que é a vida que transborda!

Agradeço, porque creio.
Creio na rua chamada Esperança
Pela qual caminhamos há tanto tempo!

Agradeço, porque acredito no ser humano,
Imagem e semelhança do amor...
Agradeço, porque acredito na vida,
Que célere e quente
Circula por minhas veias!

Agradeço, pela margarida branca
Em céu de sol dourado,
Perfume da mata que viceja,
Em meus rubros lábios sedentos...

Agradeço, pois que surges no final da tarde,
Tal qual andorinha sem ninho,
Em busca do ramo orvalhado...

Dia Mundial do Meio Ambiente, praça Ary Coelho, Campo Grande / MS

Participação no evento comemorativo ao Dia Mundial do Meio Ambiente, promovido pelo IBAMA/MS, em Campo Grande / MS, na praça Ary Coelho. Na oportununidade apresentamos, poesia e meio-ambiente, leitura do Manifesto e exibição do vídeo do evento "O grito da terra, preservar para viver" e lançamento do projeto "Roça de Paz, ame a natureza como a ti mesmo", 2º acampamento de Poetas del Mundo. 

EMOCIONAL

EMOCIONAL
Quem dita nossas idéiasé o cérebro,ele as arquiteta,faz com que nós as cumpramos, torna-nos carrascos, ou deuses isso depende só de nossa vontade em cumpri-las, de vive-las, ou delas desistir.No amor, a situação é inversa, quem decideé sempre o coração.A maioria não concordará,fazemos o que o cérebro manda, dirão.Mas na realidade, quando se quer alguém, nas batidasrápidas do coração, o cérebro sai do comando,não tem tempo para raciocinar,o coração é mais rápido,e nesses casos de amor é ele quem tem, a última palavra a dar.
(Roldão Aires
)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Poesia e meio-ambiente

IDEAL

IDEAL
A maneira ideal para parar de sofrer,è esquecer tudo,pensar só no agora deixar a vida correr.Saudades, nem pensar procurar nova vida encontrar alguém,recomeçar a amar.Parece fácil fazer,mais fácil dizer.Mas quem sente esse aperto diferente,difícil é até lembrar imagens vêm , e vão quem padece desse mal pensa com o coração.
(Roldão Aires)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

PREFERÊNCIAS

PREFERÊNCIAS
Cabelos prefiro os longos,ondulados e brilhosos.Os olhos, grandes, pequenos,amendoados, não importam,a cor também não escolho.O rosto bem delicado,testa não muito alta,nariz arrebitado ou bem afilado, altivo, imponente.Queixo, redondo.Bochechas não muito cheias, boas prá se beijar.Pescoço, fino e liso como se dele se escorregasse,para nos seios, macios e delicados chegar.Ventre liso, quadris largos coxas roliças, lindas.Pés pequenos,não chatos.Altura, mignon ou médio,sorriso aberto e franco,um coração doce e meigo que me guarde prá sempre,e nunca de mim esqueça,amando-me eternamente.
(Roldão Aires)
Sou como o rio
Que segue seu percurso
Suas águas seguem
Sempre em frente
Nunca voltam descontente.

Quem segue as águas do rio
Não pode parar nos entulhos
Certamente ficará atolado
E perderá do rio, o rumo.

Sou como o rio
O rio não volta pra buscar
A água que desistiu de desaguar no mar
Ele segue seu percurso...
Sem para trás olhar.

By M&!!O.
Direitos Reservados.

MUSA

terça-feira, 1 de junho de 2010

SEMANA DO MEIO AMBIENTE / IBAMA-MS

Programa das atividades do IBAMA-MS por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente

Roça de Paz

detalhe do banner da Roça

Etiqueta do evento "Roça de paz"

Banner da Roça



Com emoção, alegria e respeito, apresento o banner do evento Roça de Paz!

Amar é linha - Amor e paixão

Amar é linha - Amor e paixão

Predileção arrebatadora
Desalinho e carícia
Acordo entre os galopes
Há paixão na Galicia

Creio no bem-querer de outrora
Serão verdes os trigos da malícia
Trotada entre os pernoites
Do amor sintonia

A vida é vitória-régia
No universo de estrelas cadentes
Brilham acordes sem igual as vertentes
O amor é firmamento em companhia

Entre os recortes e tiras de jornal no dia
Aqueço ao frio do tempo em harmonia
Tudo passa devagar como as sementes
Amor e paixão, fresca notícia.


Diana Balis, Rio de Janeiro, 1 de junho de 2010.